O TESTE DO DESENHO COMO INSTRUMENTO DE DIAGNÓSTICO DA PERSONALIDADE - VALIDADE TÉCNICA DE APLICAÇÃO

O TESTE DO DESENHO COMO INSTRUMENTO DE DIAGNÓSTICO DA PERSONALIDADE - VALIDADE TÉCNICA DE APLICAÇÃO

Código: 9788532601780 (CO.)

Marca: Vozes


Autor: Dinah Martins de Souza Campos

Editora: Vozes

Ano: 2014 - 47ª edição

4ª reimpressão, 2018

Número de páginas: 110

Categoria principal: Psicodiagnóstico



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Envolve a técnica de aplicação do teste do desenho - House, Tree, Person (HTP) - de John Buck e formas sistematizadas de interpretação do desenho, possibilitando um pronto diagnóstico da personalidade do testado.

INTRODUÇÃO, 11


PRIMEIRA PARTE: A importância do Teste do Desenho como

Instrumento de Diagnóstico Psicológico, 13

I. Notícia histórica, 13

II. O teste do Desenho como instrumento de determinação
do nível mental, 14

III. O teste do Desenho como instrumento de diagnóstico
da personalidade, 16


SEGUNDA PARTE: Técnica de Aplicação do Desenho para
Diagnóstico da Personalidade e Normas de Interpretação, 29


A. Material para Aplicação do Teste, 29


B. Técnica de Administração do Teste, 29


C. Interpretação de alguns aspectos gerais do desenho, 38

I. Localização no papel, 38

II. Pressão no desenhar, 40

III. Caracterização do traço, 41

IV. Simetria do desenho, 42

V. Detalhes no desenho, 42

VI. Movimentos nos desenhos, 43

VII. Tamanho da figura, 44

VIII. Uso da borracha, 45

IX. Riscar o papel, 45


D. Normas para Interpretação do Desenho da Casa, 45

I. Teto, 45

II. Telha, 47

III. Paredes, 47

IV. Porta, 47

V. Fechaduras ou dobradiças, 48

VI. Janelas, 49

VII. Cortinas ou postigos ou persianas, 50

VIII. Chaminé, 50

IX. Perspectiva da casa, 52

X. Linha representativa do solo, 53

XI. Acessórios do desenho da casa, 53


E. Normas para Interpretação do Desenho da Árvore, 55

I. Interpretação geral, 56

II. Tronco, 58

III. Raiz, 63

IV. Copa, 65

V. Flores, 70

VI. Galhos ou ramos, 71

VII. Folhas, 76

VIII. Frutos, 76

IX. Outros acessórios, 76

X. Impressão de conjunto da árvore, 77

XI. Idade atribuída à árvore, 79

XII. Árvore apresentada como morta, 80


F. Normas para Interpretação de Aspectos Gerais do Desenho
da Figura Humana, 81

I. Proporção entre os desenhos feitos, 81

II. Posição da figura desenhada, 82

III. Transparência nas figuras, 83

IV. Figuras cabalísticas, 83

V. Figuras grotescas, 83

VI. Figura não inteira, 83

VII. Sucessão das partes desenhadas, 84


G. Normas para Interpretação Específica de cada Parte
da Figura Humana Desenhada, 85

I. Cabeça, 85

II. Rosto, 86

III. Olhos, 86

IV. Sobrancelhas e pestanas, 87

V. Cabelos, 88

VI. Bigode e barba, 89

VII. Óculos, 90

VIII. Nariz, 90

IX. Boca, 91

X. Orelhas, 92

XI. Queixo, 93

XII. Pescoço, 93

XIII. Ombros, 94

XIV. Costelas, 94

XV. Braços, 95

XVI. Mãos, 96

XVII. Dedos, 97

XVIII. Unhas, 98

XIX. Anéis nos dedos, 98

XX. Cintura, 98

XXI. Pernas, 98

XXII. Pés, 99

XXIII. Tronco, 100

XXIV. Roupas, 101

XXV. Colarinho, 101

XXVI. Cinto e calças, 102

XXVII. Elementos acessórios, 102

XXVIII. Nus, 103


H. O Desenho da Família, 103

I. Objetivos, 103

II. Dados a se registrar, na aplicação do teste, 103

III. Normas para interpretação do desenho da família, 104

IV. Normas para interpretação dos traços do desenho da família, 104


I. Causas Encontradas por Emanuel F. Hammer, 106


J. Alguns Comentários de A. Abraham sobre as Técnicas de Interpretação do Desenho da Figura Humana de Machover e Buck, 106

K. Significação das Cores, 107

I. Quanto à variação, 107

II. Quanto à intensidade e freqüência no uso das cores, 108

III. Simbolismo quanto à disposição das cores, 109


BIBLIOGRAFIA, 110



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