A PERVERSÃO COMUM - VIVER JUNTOS SEM OUTRO

A PERVERSÃO COMUM - VIVER JUNTOS SEM OUTRO

Código: 9788577240456 (CO)

Categoria: Lacan


Autor: Jean-Pierre Lebrun

Tradução: Procopio Abreu

Editora: Companhia de Freud

Ano: 2008

Número de páginas: 355

Categoria Principal: Lacan



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Assim, pela primeira vez na História, a solidariedade entre o funcionamento social e o da família fraturou-se: a família, agora, protege os filhos da sociedade! Com o que aparece outra novidade: por não estar mais naturalmente forçada ao trabalho que a leva a renunciar a seu todo-poder infantil e a se separar de seus primeiros outros, a criança vê-se como que convidada a recusar esse trabalho. Deve ser o que já queria indicar, de maneira premonitória, Lacan, ao fim de um congresso sobre as psicoses da criança em 1968, quando evocava a época futura como a da criança generalizada. Em outras palavras, uma época em que permanecer criança nada teria de repreensível, seria até, ao contrário, implicitamente favorecido.

Prefácio 13

Introdução: Quando os pais não sabem mais dizer não! 21
Uma crise de civilização 27
Do esfacelamento do coletivo 35

1.O que falar implica 49
falo, logo 49
A hiância da linguagem 54
O fiador do humano 64
O falo, índice do vazio 68
O umbigo da linguagem 72
Afala e a sexuação 74
A sexuação e o coletivo 78

2 Como transmitir nada 83
Uma transmissão que se ignora 83
A interação entre o singular e o social . 88
Um questionamento da solidariedade 93
Quando o discurso da ciência moderna organiza a nossa vida
o triunfo de uma democracia democratista 101
Quando reina a lei do mercado 104
Quando não se pode mais contar com o outro 106

3. A mutação do laço social 111
A morte da sociedade hierárquica 112
Há transcendência e transcendência 115
Uma outra abordagem do paradoxo 119
A saída do teológico-político 122
Uma mutação de efeitos universais 124

4. A grande confusão 129
Um primeiro exemplo de grande confusão :
o assédio no trabalho 130
O discurso sobre a igualdade dos sexos 135
O que significa o direito à vida privada? . 139
Da dificuldade de ser um trabalhador social
na sociedade de hoje 145
Quando o governo cede a vez à governância 148
As instituições em crise 152
Num mundo sem criador 156
As duas leituras da mutação em curso 163
Do Terceiro aos terceiros 170
O que .fazer? 175

5. Educação, laço social e subjetividade 179
Quando a diferença de gerações é questionada 182
Pais perturbados, filhos perturbadores 188
Uma ideologia dos direitos da criança 198

6. Uma virada antropológica 203
Uma inversão das prevalências 204
Uma subversão sem precedente 208
Fenomenologia dos neo-sujeitos 215
Os impasses do mesmo 228
Nova economia, novo sujeito? 233
Os dois regimes da economia psíquica 238
Pai e patriarcado 247

7. Rumo à generalização de uma perversão comum? 253
Atualidade do desmentido 253
Da neurose normal à perversão normal 272

8. Os sem Outrem 283
Um questionador inesperado: Jean-Paul Sartre 284
Quando o encontro é evitado 293
Um visto de permanência no limbo 301
Os sem Outrem 306

9. O analista hoje 315
Outra maneira de fazer 318
Uma despesa extra para o analista 321
Um desvio pelo bootstrap 327
A interlocução doravante necessária 331
Uma nova responsabilidade 340

Epílogo 345

Agradecimentos 351



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