UM SINGULAR PLURAL - A PSICANÁLISE À PROVA DO GRUPO

UM SINGULAR PLURAL - A PSICANÁLISE À PROVA DO GRUPO

Código: 9788515037582


Autor: René Kaës

Tradução: Luiz Paulo Rouanet

Editora: Loyola

Ano: 2011

Nº págs.: 247

Categoria Principal: Psicologia Social e de Grupos



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Este livro apresenta a ideia de que toda questão reside em compreender como o sujeito singular, aquele que os psicanalistas tratam no divã, é também um sujeito cujo, o inconsciente é mantido e moldado nos vínculos intersubjetivos dos quais ele faz parte, nas alianças inconscientes que o precedem e que ele contrata por conta própria, nos espaços psíquicos comuns que ele partilha com os outros.

Prefácio 11

Introdução 17
Os três pilares do psiquismo 18
A contribuição da clínica psicanalítica do grupo e do sujeito no grupo
para o tratamento de sofrimentos psíquicos de outro modo inacessíveis 19
O conceito de intersubjetividade e a formação do sujeito no vínculo,
nas alianças inconscientes e nos espaços psíquicos comuns e partilhados 21
A superação epistemológica da oposição entre indivíduo e grupo 24

1. Como se apresentou a questão do grupo na psicanálise 29
Os pioneiros da invenção psicanalítica do grupo 31
Pichon-Riviêre e o grupo operativo 32
S.-H. Foulkes e a corrente da grupanálise 34
W R. Bion e a mentalidade de grupo 35
J. Bleger e o depósito do núcleo aglutinado no grupo 36
Balanço e desenvolvimento das primeiras pesquisas psicanalíticas sobre os grupos 37
A corrente francesa de pesquisas psicanalíticas sobre o grupo 39
O interesse pelo grupo na França do pós-guerra 39
Os enunciados fundadores dos anos de 1960 e a primeira ruptura epistemológica 40
O desenvolvimento das pesquisas psicanalíticas sobre o grupo do início dos
anos de 1970 até nossos dias 45

2. O problema epistemológico do grupo na psicanálise 47
A especificidade do objeto e do método da psicanálise. A extensão de seu campo 48
A realidade psíquica inconsciente 49
Um dispositivo apropriado ao objetivo do trabalho psicanalítico 52
A extensão controlada das práticas psicanalíticas é um efeito da infinitude de
nosso conhecimento do inconsciente 53
A complexidade dos níveis lógicos do problema psicanalítico do grupo 54
O singular privado, o comum, o partilhado, o diferente 54
Estatuto das formações psíquicas nos três espaços psíquicos 55
Princípios epistemológicos para a análise das relações entre os espaços da realidade
psíquica incluídos no grupo 56
O princípio de constância e de transversalidade da matéria psíquica 57
O princípio de complementaridade 57
O princípio de plurifocalidade 58
O princípio polifônico 58
O princípio de complexidade 58
O princípio de incerteza 59
O princípio de indeterminação multifatorial 60
Particularidades da clínica nas fronteiras dos espaços intrapsíquicos e interpsíquicos 60
Conclusão 61

3. O grupo como situação psicanalítica 63
O método da psicanálise: considerações gerais 64
Três proposições sobre o método da psicanálise 65
As relações entre método e teorização 65
Dispositivo, situação e enquadre psicanalíticos 66
O grupo como dispositivo, situação e enquadre psicanalíticos 69
As características morfológicas das situações de grupo 69
As regras estruturantes. As transferências e a contra transferência em situação de grupo 72
Três proposições para concluir 75

4. Clínica do trabalho psíquico em situação de grupo 77
Apresentação do grupo 79
As cinco primeiras sessões 79
Perspectivas de análise 91
A fantasia organizadora psíquica inconsciente do grupo 91
A fantasia organizadora atrai cenários fantasmáticos e posições subjetivas 92
O acesso à fantasia individual e o processo de subjetivação 94
Como o processo grupal abre a Marc o acesso a sua história. O trabalho da
intersubjetividade 95
Observações sobre o objetivo e os processos do trabalho psicanalítico na situação
psicanalítica de grupo 97

5. O grupo como formação intrapsíquica
Grupalidade psíquica e grupos internos 99
Grupos internos e grupalidade psíquica 100
Os grupos internos 101
A grupalidade psíquica 102
Debate sobre a concepção de grupos internos 102
A organização grupal da matéria psíquica 103
Formas e processos dos grupos internos 104
O inconsciente como grupo interno originário 104
A fantasia como paradigma estrutural do grupo interno originário 105
Os grupos internos primários 106
Os grupos internos secundários 108
Os processos da grupalidade psíquica 109
Os grupos internos e a transferência 111
Em conclusão 112

6. Formas e processos da realidade psíquica do grupo
O aparelho psíquico grupal 113
O modelo do aparelho psíquico grupal 115
Os enunciados básicos do modelo do aparelho psíquico grupal 116
As determinações da realidade psíquica de grupo 116
A relação entre sujeito e grupo segundo o modelo do aparelho psíquico grupal 117
O grupo é objeto de investimentos pulsionais e de representações inconscientes 117
Os grupos internos são os organizadores psíquicos inconscientes dos vínculos
com o grupo e do aparelho psíquico do grupo 118
O grupo como cena, cenário, lugar de uma ação psíquica, de uma figuração
dramatizada 118
O grupo é para seus sujeitos um lugar e um meio de realizações psíquicas 119
O sujeito no grupo e o sujeito do grupo 120
A organização das psiques pelo aparelho psíquico grupal 120
As duas séries de organizadores: psíquicos e socioculturais 121
O trabalho de aparelhagem na fase inicial do grupo 122
A formação do aparelho psíquico grupal e as exigências de trabalho psíquico para
que se produza a aparelhagem 124
Os processos de aparelhagem 127
As modalidades de aparelhagem 129
Três posições da mentalidade grupal: posição ideológica, posição mitopoética
e posição utópica 132
O interesse teórico e clínico do modelo de aparelho psíquico grupal 133

7. Os processos associativos nos grupos 135
Especificidade do processo associativo nos conjuntos plurissubjetivos 136
A pluralidade de discursos, a interdiscursividade e os pontos de ligação dos
processos associativos 137
Retorno à clínica. Os processos associativos e as cadeias associativas no grupo com
Mare e os outros 138
Análise de três cadeias associativas 138
Genealogia e estruturação dos organizadores do processo associativo 144
Os processos associa ti vos após o sonho de Michele 147
Interdiseursividade e polifonia no processo associativo grupal. O trabalho do
pré-consciente 148
A genealogia dos organizadores do processo associativo como indicador da
interdiscursividade 148
Interdiscursividade e polifonia 149
Perspectivas sobre o processo associativo e o trabalho do pré-consciente 151

8. As funções fóricas
Porta-palavra, porta-sintoma, porta-sonho 153
A categoria do intermediário no pensamento de Freud 155
Intermediário e descontinuidade intrapsíquica 155
Intermediário e mediação em Psicologia das massas e em Totem e tabu 156
As funções fóricas157
As funções do porta-palavra 158
As funções do porta-palavra nos grupos: estudos clínicos 161
A função fórica do porta-sonho 163
O porta-sintoma 164
O porta-ideal e outras funções fóricas 164
A dupla determinação das funções fóricas 165
As posições impostas pela organização do grupo e as determinações intersubjetivas
das funções fóricas 165
As determinações intrapsíquicas da função fórica do portador 167
Algumas características comuns a todas as funções fóricas 169

9. O espaço onírico comum e partilhado
A polifonia do sonho 173
Algumas razões para revisitar a teoria do sonho 174
O encerramento epistemológico do espaço psíquico do sonho 175
Revisões da teoria do sonho 176
Três proposições sobre o sonho 177
A polifonia do sonho no grupo 178
O estofo onirico do grupo 178
O sonho no estofo onírico do grupo: exemplos clínicos 180
As funções do sonho nos grupos 182
Sobre o que incide o trabalho de análise do sonho em grupo? 183
O espaço onírico comum e partilhado na situação da cura psicanalítica.
Estudos clínicos 184
Os dois irmãos e a matriz materna de seus sonhos 185
Sonhos do analista, sonhos do analisando 186
O espaço onirico originário: o berço psíquico do recém-nascido 188
Os conceitos de espaço onírico comum e partilhado, de umbigo intersubjetivo do
sonho e de polifonia do sonho podem nos esclarecer sobre os processos gerais
do sonho?191
Um espaço onírico comum e partilhado entre vários sonhadores 192
Os dois umbigos do sonho 192
A polifonia do sonho 193
Para continuar 195

10. As alianças inconscientes 197
As alianças inconscientes organizam o vínculo intersubjetivo e o inconsciente de
seus sujeitos 199
As alianças inconscientes estruturantes 200
O pacto fraterno e o contrato com o Pai 200
O contrato de renúncia à realização direta dos fins pulsionais destrutivos 201
Os contratos e pactos narcísicos 203
As alianças inconscientes ofensivas, defensivas e alienantes 204
As alianças ofensivas 204
O pacto denegativo 204
O pacto denegativo nos grupos: exemplos clínicos 204
O pacto denegativo e as alianças inconscientes na cura individual. A propósito de
duas curas inaugurais da psicanálise 209
A comunidade de denegação e a aliança denegadora 215
O contrato perverso 216
Alcance metapsicológico e interesse clínico da noção de alianças inconscientes 217

11. O sujeito do inconsciente, sujeito do vínculo 219
A matriz intersubjetiva da subjetivação 220
O conceito de sujeito 221
A sujeição 222
O acesso à fantasia secundária e o processo de subjetivação. Libertação do Nós
e do Um; e acesso ao Eu 223
Subietivação e intersubjetividade 224
A posição do sujeito do inconsciente na intersubjetividade 225
O sujeito do inconsciente é sujeito do vínculo 225
Algumas reformulações metapsicológicas concernentes à teoria do inconsciente 227
A dupla pertença metapsicológica dos conceitos propostos 227
Tópicas do inconsciente 228
Dinâmica composta de conflitos psíquicos 228
Elementos de uma economia cruzada 229

Conclusão geral 231
Bibliografia 233
Índice de palavras-chave 241
Índice onomástico 245



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