GRANDE SER TÃO VEREDAS - SEMINÁRIO 1985

GRANDE SER TÃO VEREDAS - SEMINÁRIO 1985

Código: 9788587727152 (CO.)

Categorias: Lacan / Lacan

Marca: Novamente


Autor: M.D. MAGNO
Editora: NOVAMENTE
Ano: 2006
ISBN: 858772715X
Número de páginas: 292
Peso: 522 gramas
Categoria principal: Lacan

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¿O que é a psicanálise? Depois de tudo que já se disse, que já se perguntou, e de Lacan ter dito que a psicanálise é esta questão? Mas não basta ficar pseudo-tautologicamente repetindo o que é a psicanálise?, pois vira cacoete. Tanto é que cada qual disse o que era, e pelo menos naquele momento ficava sendo assim. E estou com vontade de dizer o que é a psicanálise... por enquanto.Eis a via tomada pelo autor neste livro que transcreve seu Seminário de 1985. Nele se reitera que a psicanálise é Arte de transformar o sonhador em artista e que fazer a teoria dessa arte é uma EstÉtica. Decorrem daí seu trabalho de eliminar a diferença entre Natureza e Cultura e estender a aplicabilidade da estética à ordem de produção do que há. Assim, tomar o que chamam natureza como da ordem do factício implica repensar as relações entre sintoma e fantasia; reestudar o conceito de Mimese; reconsiderar os Discursos da psicanálise; re-situar a psicose e sua dependência à foraclusão do Nome-do-Pai; requestionar a fronteira entre psicanálise intensiva e extensiva...Em meados dos anos 1980, com o declínio do temor da bomba atômica, as referências das pessoas ainda estavam presas a núcleos valorativos e sintomáticos de uma cultura estabilizada,mas que já se espatifavam a olhos vistos em todo o planeta. É quando o autor aponta para a Pomba Adâmica, a bomba informacional que já explodira com virulência maior que a da Aids e cujos efeitos continuam repercutindo no século 21. Século que muito tem a ganhar com os conceitos e temas propostos neste livro e posteriormente desenvolvidos no decorrer da obra de MD Magno: o Terceiro Sexo, como posição lógica de nossa mente; o Falanjo, nome dado ao operador desta posição terceira; o Maneiro, que, para além e aquém de Clássico e Barroco, caracteriza o estilo artístico, artificioso e arteiro do funcionamento de nossa espécie; o Dramalhão, como melhor definição para o drama barroco, estudado por Walter Benjamin; o Brasil, como lugar possível.

INTRODUÇÃO

PRIMEIRA PARTE: HÁ 13

SEGUNDA PARTE: OU 38


1. SUJEITO, REFERÊNCIAS E PARADOXOS

O indecidível nos paradoxos e no teorema de Gödel - Certificação do sujeito e a questão da indecidibilidade em Lacan - Esquema de uma cosmologia psicanalítica a partir do Revirão - Sujeito da denúncia como neutralidade entre masculino e feminino - Quadro das modalidades lógicas de referência significante.45

2. SÓ HÁ MULHERES

Não há a exceção fundadora de um paratodo dos homens - Masculino é uma conjetura lôgica - Não há homens - Neurose obsessiva ou histérica: tentativa de fabricar o homem - Neurose e perversão são formas de escapatôria da psicose. 73


3. CLÍNICA: DIFERENÇA SEXUAL E CASTRAÇÃO

Estatuto do universal em Aristôteles e Lacan - Reconsideração do particular afirmativo nas fórmulas quânticas - Característica circular e recursiva das fórmulas quânticas - Estatuto preceitual do universal afirmativo - Lugar da LEI nas fórmulas quânticas - Entendimento da nosologia a partir das fôrmulas quânticas. 89


4. OS QUATRO DISCURSOS: GRUPO QUADRADO E CURVAS CÔNICAS

Avesso dos quatro discursos: zen, iniciação, ciência, capitalista - Correlação dos quatro discursos com as curvas cônicas (circunferência, elipse, parábola, hipérbole) - Compatibilidade entre os discursos e as curvas cônicas: mestre/circunferência; histérica/elipse; analista/parábola; universitário/hipérbole - Impossibilidade do Discurso do Senhor. 109


5. ESTÉTICA DA PSICANÁLISE

Obra de arte e psicanálise expõem travessia de fantasia - Filosofia como síntese impossível dos alelos de um Revirão - Psicanálise como psicossíntese - Questões sobre artifício, psicose, esfacelamento dos valores sintomáticos na atualidade - Psicanálise como prática é uma arte, como teoria, uma estética -Aproximação entre emergência de artista e passe em psicanálise.129


6. DRAMALHÃO: LUTO EJOGO

Psicanálise como arte e estética leva à produção de analistas - Disseminação da psicanálise é sua dissolução - Proposta de distinção entre luto e melancolia - Tese sobre o dramalhão ou drama barroco alemão. 147


7. MANEIRO: O TERCEIRO, SEXO DO FALANTE

Proposição de Terceiro Sexo: Falanjo - Questionamento sobre o estilo brasileiro Maneiro como Terceiro Sexo - Maneirismo como estilo brasileiro - Função da alegoria no Maneirismo - Diferocracia como governo do sintoma maneiro.163


8. RAFAEL-LA DOS SANTOS: A TRANS-FIGURAÇÃO DO FALANJO

Apresentação de Rafael Sanzio - Breve caracterização do Maneirismo - Análise do quadro A Transfiguração, de Rafael - Obra de arte é maneira - Estilística borromeana: masculino, feminino e falanjo - Reconsideração do Maneirismo na histôria da arte.187


9. PLEROMA

Apresentação da ideia de Pleroma - Análise das fórmulas quânticas de Lacan - Proposição das fôrmulas do sexo que não-há (~Ex¦x. Ax~¦x) e do terceiro sexo ou falanjo (Ex¦x.~Ax~¦x) - Falanjo: Lei da Diferença ou puro Nome - Questões em torno da proposição da fórmula do falanjo. 211


10. UM LUGAR DE ESTAR E SER

Exame da proposição freudiana Wo Es war, soll Ich werden - Consistência do lugar intersticial do sujeito em Lacan - Sujeito é lugar terceiro de In-diferença - Insustentabilidade do conceito de democracia para pensar a diferença -Vigência do terceiro sexo na diferença sexual - Correlação dos sexos (masculino, feminino, terceiro sexo) com os quatro discursos. 229


ANEXOS


DIFERENÇA SEXUAL HÁ, TRÊS POR DOIS 247


FORRÓ DO BRASIL MANEIRO 253



UM BÔNUS CONGRESSUAL: INTERLÚDIO FANTÁSTICO-SINTOMATIVO
269


ENSINO DE MD MAGNO 283



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