HISTÓRIA DA DOR

HISTÓRIA DA DOR

Código: 9788571373204 (CO)

Categoria: Psicopatologia

Marca: Escuta


Autor: Roselyne Rey
Editora: Escuta
Coleção: Pathos
Ano: 2012
Nº páginas: 424
Categoria Principal: PSICOPATOLOGIA


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Este livro pretende ser um convite para uma grande viagem através da história da dor, ao mesmo tempo cultural e das doutrinas científicas. Concebido como uma experiência-limite tanto para o médico quanto para o paciente, o percurso vai da delimitação de um vocabulário sobre a dor na literatura greco-romana à aquisição de conhecimentos científicos em vigor no início do século XXI.

Prefácio à edição brasileira – C. Lucia M. Valladares de Oliveira; 9

Introdução; 19

  1. A ANTIGUIDADE GRECO-ROMANA; 27

Representações lexicais e significados da dor no mundo grego antigo; 27

            O vocabulário da dor nos textos homéricos; 29

            A dor nos trágicos: o exemplo de Sófocles; 32

            Significados da dor na Coleção hipocrática; 36

A influência de Alexandre no século III a.C. Herófilo e Erasístrato; 44

A medicina romana do século I: Celsus, divulgador e enciclopedista; 47

Um clínico inigualável: Aretaeus de Capadócia; 51

Galeno de Pérgamo: a dor, um componente do tato; 53

Filósofos antigos e dor: algumas abordagens; 61

  1. ANTIGUIDADE TARDIA E IDADE MÉDIA ; 67

O galenismo na idade média; 68

A transmissão do saber médico do Oriente para o Ocidente; 70

Cristianismo e dor na Idade Média; 71

  1. A DOR RENASCENTE; 73

O indivíduo e a experiência da dor; 77

A renovação da anatomia; 82

Ambroise Paré: as inovações da cirurgia de guerra; 85

Os remédios “anódinos”: da ligadura ao “vitríolo doce”; 90

Conclusão; 96

  1. A DOR NA IDADE CLÁSSICA; 99

O mecanismo cartesiano e a teoria da sensação; 100

O animal-máquina e a dor; 106

Thomas Willis: dor e movimento reflexo; 110

A medicina prática de Sydenham: a excelência do láudano; 113

Dor e religião na França do século XVII: algumas questões; 117

  1. A DOR NO SÉCULO DAS LUZES; 121

Valor e formas da dor: para uma semiologia da dor; 123

            Valor ou utilidade da dor; 123

            As formas da dor; 127

            A localização da dor e o foco do mal: do órgão ao tecido; 129

            Saber avaliar a dor: o questionamento do doente; 132

As diferentes escolas médicas frente ao problema da dor; 135

            O mecanismo e a dor; 135

            O animismo e a interpretação psicológica da dor; 139

As condições fisiológicas da dor: a discussão em torno da sensibilidade; 141

            Haller e a determinação experimental das partes irritáveis e das partes sensíveis; 142

            A teoria da sensibilidade nos vitalistas e nos ideólogos; 149

A doutrina das “simpatias” ou as viagens da dor; 158

Terapêuticas da dor no século das Luzes; 162

  1. SÉCULO XIX: AS GRAN DES DESCOBERTAS; 169

O tempo das revoltas impotentes; 174

            A experiência do insustentável: Larrey e a cirurgia de guerra no início do século XIX; 174

            A moxa: “um meio curativo cujo nome tornou-se o terror do doente; 177

            “Evitar a dor por meios artificiais é uma quimera”; 180

            O gás narcótico no início do século XIX: morrer de prazer?; 182

Um primeiro passo: o isolamento da morfina; 188

Os debates sobre anestesia: 1847, o ano de uma revolução; 193

            A anestesia local: primeiros passos; 223

Fisiologia experimental e explicação da dor: em busca da especificidade; 233

            Sensibilidade e movimento: a especialização das funções; 234

            Johannes Müller e a energia específica dos nervos; 237

            A discriminação das sensações táteis: observações clínicas e “sentido da dor”; 242

            O método de degenerescência wallewriana: uma reviravolta no estudo do sistema nervoso; 247

            Claude Bernard e as experiências de curarização: especificidade ou especialização?; 248

Brown-Séquard, a transmissão cruzada das sensações na medula e a Sociedade de biologia; 253

Von Frey e a teoria da especificidade; 264

A teoria da somação em Goldscheider; 268

Dores e doenças no século XIX; 271

            A nevralgia e a tentação suicida; 272

            Weir Mitchell: dores de origem traumática e causalgia; 278

            Charcot, a clínica de Salpêtrière e os doentes nervosos: o exemplo da ataxia locomotora progressiva; 282

            Dores de risco, dores de pobres: um mito a ser desconstruído? 284

Entre diagnóstico e crise: as técnicas do futuro na luta contra a dor; 291

            Eletricidade e medicina; 291

            A hipnose, uma arma mal manipulada; 302

  1. ESTRATÉGIAS DA COMUNICAÇÃO. ABORDAGENS SOBRE A DOR NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX; 315

Permanência e renovação dos métodos de estudo do sistema nervoso; 318

            Déjerine, idade do ouro e limites da anatomoclínica; 318

            Localizações cerebrais e localização dos centros da dor: deduções e impasses; 323

            Head, sensibilidade epicrítica e sensibilidade protopática; 332

O espaço-tempo da dor; 336

            Sherrington e a noção de integração do sistema nervoso; 336

            A herança de Herbert Spencer, a teoria da evolução e a linguagem da dor; 343

            Mecanismos de defesa contra a dor; 345

            O método embriológico e suas consequências na análise da dor na criança; 350

            Tempos e condutibilidade do influxo nervoso; 355

As “fibras da dor”: velocidade de condução e resposta a dois tempos; 361

A cirurgia da dor; 370

            Dores e sistema simpático; 372

CONCLUSÃO; 389

POSFÁCIO, por J. Cambier; 395

POSFÁCIO À EDIÇÃO DE 2000, por Jean-Louis Fischer ; 403

REFERÊNCIAS; 409

GLOSSÁRIO; 413

INDICE; 417



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