A DROGADIÇÃO NA ORGANIZAÇÃO NEURÓTICA

A DROGADIÇÃO NA ORGANIZAÇÃO NEURÓTICA

Código: 9788580423976

Marca: Editora CRV


Autor: Alexandre Bakx Balbi

Editora: CRV

Ano: 2012

Número de páginas: 160

Categoria Principal: Psicopatologia - Toxicomanias



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Uma interrogação sempre presente é o que a Psicanálise pode dizer sobre o funcionamento drogadicto? Este livro é resultado desta pergunta a partir da experiência clínica com pacientes drogaditos.

Circunscrevendo nosso estudo, à drogadição na neurose verificamos que, um dos pontos essenciais para este funcionamento é uma recusa peremptória à falta, logo, ao desejo.

A compulsividade ¿ diferente do uso ou abuso-, em relação ao químico, se dá através de um processo de instalação de uma lógica adictiva. Quando ela se instala, a pessoa fica presa a um movimento pendular de uso-abstinência-uso, assim sucessivamente, que o enclausura de tal modo que a existência como sujeito fica suspensa.

Essa lógica de funcionamento tende a falhar. A satisfação do uso passa a não ser a mesma de outrora, produzindo, assim, cada vez mais mal-estar, angústia e fissura.

Provoca uma compulsividade seca, sem o alívio que era obtido anteriormente. Verificamos, a partir deste ponto, a possibilidade da falência da lógica adictiva. A partir desta podemos começar o tratamento da drogadição. Este requer uma longa retificação subjetiva e exige a renúncia ao entorpecimento. Com esses passos dados, abre-se a possibilidade de um tratamento preliminar para uma análise.

A DROGADIÇÃO NA ORGANIZAÇÃO NEURÓTICA 9

CAPÍTULO 1
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O USO DE DROGAS 13
A FUGA DO SOFRIMENTO E A BUSCA PELA SATISFAÇÃO 19
DO OBJETO PERDIDO AO OBJETO a 25
SOBRE A COMPULSÃO À REPETIÇÃO 37
O SUPEREU 45
A ADICÇÃO NA NEUROSE 65

CAPÍTULO 2
A ESPECIFICIDADE DROGADITA SOBRE O SOCIAL E A ADICÇÃO 75
A QUESTÃO DO GOZO NO USO DE DROGAS 93
SOBRE O GOZO UNO 103
A DESESPECIFICAÇÃO PULSIONAL NA ADICÇÃO 111
DO GOZO PROPRIAMENTE ADICTO 119
A EVENTUAL FALÊNCIA DA LÓGICA ADICTIVA 129
O RETORNO À NORMA FÁLlCA. 139
SOBRE O TEMPO PRELIMINAR: a possibilidade de uma análise com um adicto 145

CONCLUSÃO 151

REFERÊNCIAS 155



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