DOS QUE MORAM EM MÓVEL-MAR - A ELASTICIDADE DA TÉCNICA PSICANALÍTICA

DOS QUE MORAM EM MÓVEL-MAR - A ELASTICIDADE DA TÉCNICA PSICANALÍTICA

Código: 9788573962284 (CO)

Categoria: Clínica de Adultos


Autor: Fátima Flórido Cesar
Editora: Casa do Psicólogo
Ano: 2003
Nº págs.: 204
Categoria Principal: Clínica de Adultos


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Com este livro, Fátima Flórido Cesar nos convida para uma viagem com ela e seus analisandos em direção ao móvel-mar. A metáfora que dá título à sua obra explicita não só a capacidade poética da autora, mas também aponta para um dos elementos fundamentais do ethos da clínica psicanalítica: a fé.

APRESE TAÇÃO. . 13
PRIMEIRAS PALAVRAS 15

PRIMEIRA PARTE: UM RETRATO POSSÍVEL DO CASO DIFÍCIL 21
PRIMEIROS PENSAMENTOS 23
I. Existe uma diferença! 23
lI. Algumas considerações técnicas 28
III. Mais aquém do verbal 33
IV. Todos os traumas o trauma 38
V. A noite escura de João: Breve história de um desamparo 41
Dos SEM-TETO E/OU DOS QUE VIVEM EM CASA PRÉ-FABRICADA DE BAIXÍSSIMA QUALIDADE: MAIS ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS CASOS DIFÍCEIS 43
I. Desabafo 43
lI. Paciente difícil, analista em dificuldade 45
III. O paciente difícil é um não-nascido: Ele precisa e busca nascer 48
IV. O medo da loucura 53
V. Pavor e esperança: sobre o falso self 54
VI. A falha ambiental: Da falta de um olhar humanizante 56
VII. Memória do corpo 60
Vlll. Experiência de-dor 63
IX. O desamparo 64
X. Do esfacelamento 67
XI. Caso-limite: Caso-sem-limites 68
XII. Do sentir-se estrangeiro e da necessidade de pertencer 69
XIII. Posição Autista-contígua 70

SEGUNDA PARTE: EXERCÍCIO DE REFLEXÕES ENCARNADAS 75
UMA MÃE COSTURADA POR DENTRO 77
I. Algumas considerações sobre a psicose na obra de Winnicott 79
II. Rosa: Quando o vazio habita o dentro do corpo 83
III. Isso é análise? 89
IV. Rosa quer a Xuxa para nascer de novo num mundo sem merda 95
V. Post-scriptum (1998): Onde andará Rosa? 97
M DE MÃE E DE MORTE: DÚVIDAS DE AMOR, CERTEZA DA MORTE . 99
I. Praga de mãe pega? 100
lI. Uma grande dor 101
III. Os escuros, o escuro 104
VI. Entre a necessidade de tempo e a urgência de (sobre) viver 107
VII. É possível encontrar-se a si mesmo sem o outro? 112
VIII. A depressão materna: O amor gelado 115
IX. A transferência 118
X. Narcisismo de vida / narcisismo de morte 119
XI. M de mãe e de morte 119

TERCEIRA PARTE: DA TÉCNICA DA DELICADEZA: PARA ABRIR PORTAS SEM TRINCO, PARAFUSOS DE VELUDO 123
DA NECESSIDADE DE SE REFLETIR SOBRE OS RUMOS TOMAOOS POR UMA PSICANÁLISE QUE SE DIZ WIN ICOTTIANA 125
I. É preciso abandonar o ato de interpretar? 128
lI. Sobre a contratransferência 135
III. Crise e metáfora 138
IV. Risco no disco ou Envelhecer é uma merda 144

QUARTA PARTE: CARTA AOS PACIENTES (POR ÚLTIMO. POR ENQUANTO.) 151
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, PRIMAVERA DE 1998 153
I. E o pai? 155
lI. Clínica da simplicidade 158
III. Olhar 162
IV. Técnica da delicadeza 163
V. Prazer 168
VI. Uma presença reservada 171

QUINTA PARTE: CARTA AOS PSICOTERAPEUTAS 183
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, OUTO O DE 2003 CARTA AOS PSICOTERAPEUTAS (SOBRE ANDAR COM FÉ) 185

SEXTA PARTE: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 195



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