NO INTERESSE DA CRIANÇA?

(ref.: 9788533607484)

Livro com as páginas amareladas, devido ao ano de edição.
Autor: Joseph Goldstein / Anna Freud / Albert J. Solnit
Editora: Martins Fontes
Ano: 1987
Nº páginas: 119
Categoria Principal: Infância

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Prefácio V
Agradecimentos VII

PRIMEIRA PARTE
O PROBLEMA E NOSSAS PREMISSAS
1 - A Colocação da Criança em Perspectiva 3

2 - As Relações da Criança com seus Pais 7
O relacionamento entre pais e filhos biológicos 11
O relacionamento psicológico entre os pais e a criança 12
A criança desejada 14
O relacionamento entre pai adotivo e criança 15
O relacionamento entre pai de criação e criança 16
O relacionamento dos pais adotivos por direito consuetudinário com a criança 18

SEGUNDA PARTE
AS DI ETRIZES E SUAS IMPLICAÇÕES PARA AS LEIS DE COLOCAÇÃO DA CRIANÇA
3 - A Continuidade, o Sentido de Tempo de uma Criança e os Limites da Lei e da Predição 23
As decisões de colocação devem salvaguardar a necessidade da criança de continuidade nas relações 23
Implicações 25
Adoção 25
Custódia no divórcio e na separação 27
Colocações de criação e outras temporárias 28
As decisões de colocação devem refletir o sentido de tempo das crianças c não dos adultos 28
Implicações 30
Adoção 32
Separação e divórcio 33
Abandono e negligência 33
As decisões de colocação da criança devem levar em conta a incapacidade da lei para supervisionar as relações interpessoais bem como os limites de conhecimento para se fazer previsões a longo 34

4 - A Propósito da Alternativa Menos Prejudicial 37
As colocações devem oferecer a alternativa disponível menos prejudicial para proteger o crescimento e o desenvolvimento da criança 37

5 - Sobre a Condição de Parte e o Direito de Representação 45
Em qualquer colocação litigiosa a criança deve ter plena condição de parte e direito de ser representada por advogado 45

TERCEIRA PARTE
AS DIRETRIZES APLICADAS
6 - As Decisões Rothman 51
Decisão 1 51
Decisão 1 reescrita 53
Decisão 2 59
Decisão 2 avaliada 64

7 - Providências para um Estatuto de Colocação da Criança 67
Providências selecionadas para o código de colocação da criança de Hampstead-Haven 67

QUARTA PARTE
EXAMINANDO NOSSAS PREMISSAS
8 - Por Que os Interesses da Criança Devem Ter Primazia? 73

EPíLOGO
MAIS ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE A APLICAÇÃO DO MODELO DA ALTERNATIVA
MENOS PREJUDICIAL
I. As diretrizes - A simplicidade é a máxima sofisticação 79
II. Visitas 81
Notas 93
De que maneira pode a lei assegurar a cada criança a oportunidade de ser membro de uma família onde se sinta querida e possa ter um desenvolvimento saudável? A questão não se coloca quando, ao nascer, a criança é desejada pelos adultos que a conceberam. Mas quando a guarda de uma criança é objeto de uma disputa sujeita os interesses competitivos e conflitantes dos adultos, a resposta é difícil.

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