QUANDO OS PAIS SE SEPARAM

QUANDO OS PAIS SE SEPARAM

Código: 9788571100695

Marca: Zahar


Autor: Françoise Dolto

Colaboração: Inès Angelino

Tradução: Vera Ribeiro

Editora: Zahar

Ano: 2011 - 2ª edição

Número de páginas: 135

Categoria Principal: Infância



R$56,90

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Construído sob a forma de uma grande entrevista conduzida por Inès Angelino, esse livro de Françoise Dolto é uma contribuição inestimável para a problemática das crianças atingidas pela separação dos pais, fruto de uma longa experiência de estudo e atendimento infantil. Françoise Dolto aborda, com rara coragem, questões polêmicas do cotidiano de pais, mães e filhos separados (...) seu propósito é o de atender a pais e filhos, o que consegue com sensibilidade e competência. O Globo Este livro aborda questões essenciais não só para os filhos, mas para os pais que vivem a dolorosa experiência da separação (...) serve de simples mas segura orientação aos pais desorientados que trilham novos caminhos nestes nossos tempos bastante sombrios. Jornal do Brasil

Apresentação 7

1. A separação dos pais e o inconsciente da criança 9
O divórcio e a estrutura triangular da criança - Desde a vida fetal,
a mãe é bivocal para o filho. O espaço dissociado e os continua
corporal, afetivo e social

2. Contar ou não contar? 21
Por que e como falar da separação com os filhos? - Os motivos de
divórcio invocados pelos pais são sempre falsos - Não prevenir a
criança é traurnatizá-la

3. A função positiva dos deveres 36
Para além das noções jurídicas (interesse ou direitos da criança?),
ter em mente sua autonomia - A divisão do tempo - Os pais já não
têm autoridade, mas responsabilidades - Manter a referência ao
outro genitor - Os filhos culpados das mães que sacrificam tudo
por eles - Dever de visita, e não direito de visita - Ninguém pode
criar obstáculos ao dever de alguém - Reações psicossomáticas às
visitas do genitor descontínuo - Locais neutros? - Pensão alimen-
tícia - Contra a guarda alternada dos filhos pequenos

4. A relação com os novos parceiros dos pais 66
É essencial para o desenvolvimento da criança que um adulto a
impeça de ter uma intimidade total com o genitor em cuja com-
panhia vive - O papai não é necessariamente o pai - É a pala-
vra do genitor que torna seu novo parceiro digno de crédito para a
criança - Pais homossexuais

5. A relação com as duas linhagens, ou mesmo
com as duas etnias 74
A riqueza da mestiçagem socialmente aceita e defendida. A re-
gressão da criança cujo genitor volta com ela para a casa de seus
próprios pais - Os ditos dos avós temperando as censuras dos netos
a seus pais

6. O trabalho da castração.
A desorientação da criança diante de dois polos norte - Os ardis
edipianos - Aceitar o luto da primeira infância. Da responsabi-
lidade das mulheres no alcoolismo dos maridos e, por vezes, dos
filhos - A violência entre os pais não é sentida da mesma maneira
pela criança antes e depois do Édipo - A culpa: embolia do desenvol-
vimento - A inflação do pai e seu superinvestimento imaginário - O
desejo necessário de querer morar na casa do outro genitor - Honrar
os pais não é identificar-se com eles, mas encarregar-se de si mesmo
7. A criança e a escola 98
O silêncio sobre o divórcio: vergonhoso ou prazeroso - A leitura de
textos literários: distanciamento em relação às provações da vida
afetiva - Responder sem erotização às demandas de amor dos alu-
nos. O dizer do corpo: procura-se a enfermeira, mas não o psi
nem a assistente social

8. A criança diante da justiça 107
Os malefícios do significante: condenado, por falha, por erro - A
justiça não tem de querer que a criança seja feliz, mas permitir
que continue sua dinâmica estrutural - Somos cidadãos aos oito
anos de idade - Favorecer a autonomia mais precoce dos filhos de
divorciados - Informar a criança sobre o processo - Que ela possa
falar com o juiz. Respeitar a criança em sua dignidade de sujeito

Anexo: Os tipos de divórcio 127
Notas 130



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