SER E FAZER - ENQUADRES DIFERENCIADOS NA CLÍNICA WINNICOTTIANA

SER E FAZER - ENQUADRES DIFERENCIADOS NA CLÍNICA WINNICOTTIANA

Código: 9788598239163 (CO)

Categorias: Psi-Atualidades / Winnicott


Autor: Tânia Aiello Vaisberg

Editora: IDÉIAS E LETRAS

Coleção Psi-atualidades

Ano: 2004

Nº páginas: 286

Categoria Principal: Winnicott


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O estilo clínico Ser e Fazer teve sua origem no fato de se ter podido levar a sério o pensamento de D. Winnicott, segundo o qual todo o psicanalista se defronta, em sua clínica, com duas possibilidades: fazer psicanálise de acordo com o dispositivo criado por Freud para atendimento individual de pacientes neuróticos ou ser um psicanalista fazendo outra coisa, mais apropriada à situação. Assim, no contexto do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, foi sendo pouco a pouco gestado um projeto de pesquisa sobre o potencial psicoterapêutico de enquadres clínicos diferenciados, considerados como forma apropriada de ser psicanalista nas condições concretas de vida do Brasil contemporâneo, as quais geram sofrimento emocional importante diante do qual o atendimento psicanalítico padrão é impraticável. Este volume enfeixa uma série de artigos que têm sido úteis na orientação dessas pesquisas e servem como introdução didática ao que hoje já se encontra configurado como um estilo clínico claramente delineado.

Capítulo 1
Sofrimento humano e práticas clínicas diferenciadas.......................9

Capítulo 2
Ser e Fazer, interpretação e intervenção .......................................23

Capítulo 3
Sentido e direção: a clínica como prática transformadora ................59

Capítulo 4
Sofrimento, sentido e absurdo: ilusão criativa e ação sobre o mundo ..69

Capítulo 5
A alma, o olho e a mão................................................... .........89.

Capítulo 6
Transicionalidade e fisionomia coletiva........................................... 103

Capítulo 7
Uso de procedimentos projetivos na clínica winnicottiana ................ 109

Capítulo 8
Da questão do método à busca do rigor........................................... 119

Capítulo 9
Tricotando para o bebé que se espera: arteterapia para gestantes... 129

Capítulo 10
Arteterapia, clínica winnicottiana e desordens neurológicas severas.................................... 145

Capítulo 11
O uso de fantoches no atendimento de crianças fisicamente doentes............. 157

Capítulo 12
Arteterapia para crianças...................................................... 173

Capítulo 13
O uso do objeto teoria ...................................................................... 185

Capítulo 14
Limites da compreensibilidade da conduta............................ 205

Capítulo 15
A paixão violenta ..................................................................... 241

Referências bibliográficas........................................................... 277



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