VAIDADE NO FEMININO

(ref.: 9788577241019 (CO))

Autor: ELISABETH BITTENCOURT
Editora: COMPANHIA DE FREUD
Ano: 2012
Número de páginas: 276
Categoria Principal: Lacan

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R$ 46,00
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  • Sumário
  • Sinopse
Apresentação 9
Mauro Mendes Dias 11

Introdução 13

Capítulo 1 - O lugar do feminino no amor e no desejo 25
A vaidade no feminino 27
A delicadeza de um feminino contemporâneo pelas lentes de Kieslowski 51
Lorotas do masculino e do feminino ou um trote na fantasia do homem ou uma travessura com o conto do príncipe... 57
Nas águas do amor e da conjugalidade... 65
Se entregar de corpo e alma ou de corpo com alma? 73
Por que as mulheres estão tão sozinhas ou eles vão atrás da bola enquanto elas dão bola? 87
A mulher (des)iludida: no meio da vida? 103

Capítulo 2 - O sagrado e a cultura popular 121
Quando os cazumbás saem por aí... 123
Celebrando o sagrado e o erotismo lá ... pelas terras do Maranhão 131
O caçador de relâmpagos: onde está o sagrado? 149

Capítulo 3 - Literatura e tragédia 169
O arrebatamento 171
A morte enquanto ato trágico: estilo que se autoriza de si mesmo?
O caso Althusser 183
O que se paga com moedas de carne? 203
A banalidade do mal: o tempo da tomada da palavra 215
Genoveva, uma caboclinha saliente? Nem tanto... 225
Eu me conto, tu te contas, e Macabéa não se conta? 235

Capítulo 4 - A clínica do literal 247
Escutar ao pé da letra significa renunciar à lógica da compreensão? 249
Da letra e da litura na clínica do literal 263

A importância e a falta de sustança que o reflexo da imagem tem para a mulher é o foco do livro Vaidade no Feminino, da psicalista Elizabeth Bittencourt. O livro, que será lançado neste sábado, reúne uma série de artigos escritos a partir de entrevistas que ela fez com camponesas maranhenses em viagens pelo interior do Estado.
Abordando a imagem como substrato fundamental para o registro do imaginário, os escritors reunidos no livro surgiram das mais diversas fontes. Alguns temas tiveram origem na prática clínicas. Outras questões vieram de seu universo pessoal e de convites para participar de eventos de psicanálise.
Antes de chegar ao livro, Elizabeth havia escrito um trabalho de 400 páginas chamado " A linha da vida ou a Saída é por onde não tem porta", cujo último capítulo reunia respostas das camponesas a questões relacionadas à infância e velhice.
O livro possui um conteúdo menos acadêmico, que mistura as discussões da psicanálise à criatividade da escritora, que dá voz aos "analfabetos letrados", como ela costuma nomear gente simples, mas com fina sensibilidade e sabedoria.(m3/05nov15).

"Perder, ganhar, lucrar, ter prejuízo, extorquir.
Isso exige um-a-mais para perder? Um-a-mais para lucrar?
Um-a-mais que entra na conta do pagar, trazendo também para a roda das medidas o a-menos, que carrega consigo a falta?
Falta um na cadeia discursiva que diga de mim.
Caio na dúvida: pagável ou inelutável? Caio no que é preciso pagar.
Dever para enlutar e cair na vida?"

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