MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS - MITOS E HISTÓRIAS DO ARQUÉTIPO DA MULHER SELVAGEM

MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS - MITOS E HISTÓRIAS DO ARQUÉTIPO DA MULHER SELVAGEM

Código: 9788532529787

Categoria: Jung

Marca: Rocco


Autor(a): Clarissa Pinkola Estés

Tradução: Waldéa Barcellos

Editora: Rocco

Ano: 2018

Número de páginas: 575

Categoria Principal: Jung



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Os lobos foram pintados com um pincel negro nos contos de fada e até hoje assustam meninas indefesas. Mas nem sempre eles foram vistos como criaturas terríveis e violentas. Na Grécia antiga e em Roma, o animal era o consorte de Artemis, a caçadora, e carinhosamente amamentava os heróis. A analista junguiana Clarissa Pinkola Estés acredita que na nossa sociedade as mulheres vêm sendo tratadas de uma forma semelhante. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, Clarissa descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Seu livro, Mulheres que correm com os lobos, ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos.

Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, como a história do patinho feio e do Barba-Azul, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a analista, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações psíquico-arqueológicas nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher.

Prefácio 13

Introdução: Cantando sobre os ossos 15

A GENEROSIDADE DA MULHER SELVAGEM:
AS HISTÓRIAS
1. O uivo: A ressurreição da Mulher Selvagem 39
La Lobo, a Mulher-lobo 39
Os quatro rabinos 46

2. Atocaia ao intruso: O princípio da iniciação 53
O Barba-azul 53
O predador natural da psique 58
A mulher ingênua como presa 61
A chave do conhecimento: A importância de farejar 66
O noivo animal 68
Cheiro de sangue 70
Recuar e dar a volta 75
Como dar o grito 76
Os devoradores de pecados 79
O homem sinistro nos sonhos das mulheres 82

3. Farejando os fotos: O resgate da intuição como iniciação 91
A boneco no bolso: Vasalisa, a sabida 91
Vasalisa 92
1ª tarefa: Permitir a morte da mãe-boa-demais 98
2ª tarefa: Denunciar a natureza sombria 102
3ª tarefa: Navegar nas trevas 106
4ª tarefa: Encarar a Megera Selvagem 109
5ª tarefa: Servir o não racional 113
6ª tarefa: Separar isso daquilo 118
7ª tarefa: Perguntar sobre os mistérios 120
8ª tarefa: De pé nas quatro patas 124
9ª tarefa: Reformular a sombra 127

4. O parceiro: A união com o outro 136
Um hino para o Homem Selvagem: Manawee 136
A natureza dual das mulheres 139
A força de ser dois 140
O poder do nome.. 143
A natureza tenaz do cachorro 145
A sedução furtiva dos apetites 146
A conquista da ferocidade 149
A mulher interior 150
6. A procura da nossa turma: A sensação da integração
como uma bênção 193
O patinho feio: A descoberta daquilo a que pertencemos 193
O patinho feio 194
A rejeição à criança diferente 200
Tipos de mães 202
A mãe ambivalente 202
A mãe prostrada 204
A mãe-criança e a mãe sem mãe 206
A mãe forte, a prole forte 209

4. O parceiro: A união com o outro 136
Um hino para o Homem Selvagem: Manawee 136
A natureza dual das mulheres 139
A força de ser dois 140
O poder do nome.. 143
A natureza tenaz do cachorro 145
A sedução furtiva dos apetites 146
A conquista da ferocidade 149
A mulher interior 150

5. A caçada: Quando o coração é um caçador solitário 153
A Mulher-esqueleto: Encarando a natureza de vida-morte-vida
do amor 153
A Mulher-esqueleto 155
A morte na casa do amor 157
As primeiras fases do amor. 160
A descoberta acidental do tesouro 160
A perseguição e a tentativa de se ocultar 167
Desembaraçando o esqueleto 170
O sono da confiança 176
A doação da lágrima 180
As fases posteriores do amor 184
O coração como tambor e o canto para criar a vida 184
A dança do corpo e da alma 187

6. A procura da nossa turma: A sensação da integração como uma bênção 193
O patinho feio: A descoberta daquilo a que pertencemos 193
O patinho feio 194
A rejeição à criança diferente 200
Tipos de mães 202
A mãe ambivalente 202
A mãe prostrada 204
A mãe-criança e a mãe sem mãe 206
A mãe forte, a prole forte 209
As más companhias 211
A aparência indevida 212
Sentimentos congelados, criatividade congelada 212
O estranho que passava 213
O isolamento como dádiva 214
Os gatos desgrenhados e as galinhas vesgas do mundo 215
A lembrança e a persistência não importa o que aconteça 217
O amor pela alma 219
O zigoto errado 221

7. O corpo jubiloso: A carne selvagem 229
A fala do corpo 231
O corpo nos contos de fadas 235
O poder das ancas 238
La Mariposa, a Mulher-borboleta 239

8. A preservação do Self: A identificação de armadilhas, arapucas
e iscas envenenadas 246
A mulher braba 246
Os sapatinhos vermelhos 248
A perda brutal nos contos de fadas 251
Os sapatinhos vermelhos feitos à mão 254
As armadilhas 257
Armadilha nº 1: A carruagem dourada, a vida desvalorizada 257
Armadilha nº 2: A velha secarrona, a força senescente 259
Armadilha nº 3: A queima do tesouro, hambre del alma,
a fome da alma 261
Armadilha nº 4: Danos aos instintos básicos, a consequência
do cativeiro 265
Armadilha nº 5: A tentativa de ocultar uma vida secreta,
a divisão 269
Armadilha nº 6: O recuo diante do coletivo, a rebelião
na sombra 275
Armadilha nº 7: A simulação, a tentativa de ser boa,
a trivialização do anormal 278
Armadilha nº 8: A dança descontrolada, a obsessão
e a dependência 283
A dependência 285
Na casa do carrasco 288
A tentativa de tirar os sapatos, tarde demais 288
O retorno à vida feita à mão, a cura dos instintos feridos 289

9. A volta ao lar: O retorno ao próprio Self.. 293
Pele de foca, pele da alma 295
A perda do sentido da alma como iniciação 299
A perda da pele 302
O homem solitário 308
A criança espiritual 311
O definhamento e a invalidez 313
Ouvindo o chamado da Mais Velha 316
A demora excessiva 318
A separação, o mergulho 324
A mulher medial: A que respira debaixo dágua 330
A volta à superfície 331
A prática da solidão voluntária 334
A ecologia inata às mulheres 338

10. As águas claras: O sustento da vida criativa 340
La Llorona 344
A poluição da alma selvagem 345
O veneno no rio 347
O rio em chamas 350
O homem do rio 353
Reassumindo o rio 359
A concentração e o moinho da fantasia 362
A menininha dos fósforos 363
Afugentando a fantasia criativa 364
A renovação do fogo criativo 371
Os três cabelos de ouro 372

11. O cio: A recuperação de uma sexualidade sagrada 379
As deusas sujas 379
Baubo: A deusa do ventre 381
Coyote Dick 385
Uma viagem a Ruanda 388

12. A demarcação do território: Os limites da raiva e do perdão 391
O urso da meia-lua 391
A raiva como mestra 395
A procura da curandeira: A escalada da montanha 398
O espírito do urso 402
O fogo transformador e a ação correta 403
A raiva legítima 406
As árvores ressecadas , 407
Descansos 409
O instinto ferido e a raiva 412
A fúria coletiva 413
A prisão da raiva antiga 414
Os quatro estágios do perdão 416

13. Marcas de combate: A participação no clã das cicatrizes 420
Os segredos como assassinos 420
A zona morra 423
A mulher dos cabelos de ouro 425
O capote expiatório 432

14. La Selva Subterrâneo: A iniciação na floresta subterrâneo 434
A donzela sem mãos 434
1º estágio: O pacto sem o conhecimento 442
2º estágio: A mutilação 450
3º estágio: A perambulação 460
4º estágio: Encontrando o amor no outro mundo 466
5º estágio: O tormento da alma 479
6º estágio: O reino da Mulher Selvagem 497
7º estágio: O noivo e a noiva selvagens 503

15. Agir como sombra: Conto hondo, o canto profundo 509

Posfácio: As histórias como bálsamos medicinais 515

Agradecimentos 519

Notas 525

A educação de uma jovem loba: Uma bibliografia 559

Índice analítico 569



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