A FACE OCULTA DO AMOR - A TRAGÉDIA À LUZ DA PSICANÁLISE

A FACE OCULTA DO AMOR - A TRAGÉDIA À LUZ DA PSICANÁLISE

Código: 9788585252601

Marca: Imago


Autor: Denise Maurano Mello
Editora: Imago
Ano: 2001
Número de páginas: 218
Categoria principal: Psicanálise, Arte e Cultura

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A compreensão da ética da psicanálise, tanto nas formulações teóricas como nas intervenções clínicas, tem suas raízes na estética da tragédia.

PREFÁCIO DE ALAIN DIDIER-WEILL 13
PRÓLOGO 19
Considerações sobre a lógica e o absurdo 21
Cenário geral: Uma breve listagem de alguns intérpretes
da tragédia 27
A tragédia e a psicanálise 32
PRIMEIRO ATO: A TRAGÉDIA GREGA E O APELO À LEI 37
O espanto, a desmedida, a tragédia 37
O além do Édipo 39
A essência da tragédia no além do princípio do bem 41
A Até como móbil da ação trágica 45
A posição de fim de linha: condição radical do herói trágico 48
O crime e o triunfo do ser-para-a-morte como
características fundamentais do trágico 50
A função do belo no espaço trágico entre-duas-mortes 53
O phallus: entre o visível e o invisível 57
O mito do pai e a encarnação da lei 61
A tragédia como a queda do pai e suas conseqüências
para o saber e o amor 64
SEGUNDO ATO: A TRAGÉDIA MODERNA E O APELO À RAZÃO 69
Rastros do trágico nos preâmbulos do pensamento 69
O saber entre o homem antigo e o moderno 73
Na danação de Hamlet, a armadilha do saber e a
captura do sujeito do desejo 76
A arte do teatro no mais além da representação 81
A incidência trágica da versão moderna do crime de
existir e a função da sustentação do paradoxo 82
O pai endividado e a pendência ao nível do desejo 85
No fim-da-linha não há Outro do Outro que garanta
coisa alguma 89
A perdição do objeto em sua contaminação pelo desejo 91
Uma mulher como símbolo do phallus e a decomposição
que a paixão opera nos termos do fantasma 94
No luto do atrelamento narcísico ao phallus,
a ascensão do desejo 99
Na queda do sentido, a tragédia da subjetividade 104
Entre o temor e o amor, a vacilação da crença como
expressão moderna da queda do pai 109
TERCEIRO ATO: A TRAGÉDIA CONTEMPORÂNEA E O
APELO À LIBIDO 115
A invenção do pai e o significante como órgão
de copulação humana 115
A desmesura e a interrogação quanto à função do pai
através dos tempos 121
Entre Antígona, a heroína antiga, e Signe, a heroína
contemporânea, o escalonamento do espaço trágico
entre-duas-mortes 125
A decomposição caricatural e abjeta da função do pai
reduzida à desvalorização da moeda 128
No esgarçamento do sentido do mito, o desfile das tragédias 131
A insuficiência do pai e o destino da verdade 134
Da torção do desejo de pensamento ao pensamento de
desejo e a culminância da libido no proscênio 139
Na oposição entre o pai e a mulher, as querelas do
saber e do amor 143
Da composição mítica à decomposição estrutural do desejo 148
No esgarçamento do apelo libidinal, a derrisão da esfera,
dimensão trágica do amor analítico 151
ÚLTIMO ATO 157
CENA I: FUNÇÃO TEÓRICA E CLÍNICA DE UMA CONCEPÇÃO
PSICANALÍTICA DA TRAGÉDIA 159
O pai: ascensão e queda 160
A transfiguração do horror 163
A psicanálise e a arte: considerações sobre a
sublimação e o belo 165
Considerações sobre a meta física da arte 167
O belo phallus 169
O destino do phallus. a castração 171
O sujeito: sombra do número 175
A ordem rotatória entre o sexo e a morte 176
A economia da falta do objeto 179
No além do mito, o ato psicanalítico e o ato trágico 184
No além do fálico, mulher e o analista 186
CENA 11: A TRAGÉDIA, A PSICANÁLISE E SUAS RUPTURAS
COM O PENSAMENTO CORRENTE 191
A tragédia grega e o apelo à lei 195
A tragédia moderna e o apelo à razão 197
A tragédia contemporânea e o apelo à libido 200
A psicanálise como ruptura 206
Os reflexos da inflação libidinal na contemporaneidade 208
BIBLIOGRAFIA 213



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