A QUERELA DOS DIAGNÓSTICOS

A QUERELA DOS DIAGNÓSTICOS

Código: 9788521213802 (CO)

Marca: Blucher


Autor: Colette Soler

Tradução: Cícero Alberto de Andrade Oliveira / Elisa Touchon Fingermann

Editora: Blucher

Ano: 2018

Número de páginas: 344

Categoria Principal: Lacan



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Por orientar a resposta à transferência que engaja a sua responsabilidade clínica e ética, o diagnóstico configura um problema para o psicanalista. A sua relação com o diagnóstico psiquiátrico é um dos aspectos dessa querela, descrição nosográfica ou apreensão da causalidade psíquica, abuso do diagnóstico ou leviandade de sua ausência? Lacan, desde os primórdios de seu ensino, focou o debate em torno da psicose e no aspecto estrutural do diagnóstico procedente da relação com a linguagem; contudo, os últimos anos de seu ensino mudam o paradigma. Colette Soler expõe, com perspicácia e de maneira esclarecedora, o seu conhecimento ímpar do texto lacaniano, abordando Joyce, o sinthoma e a clínica borromeana, entre outros temas.

Dominique Touchon Fingermann

Nota sobre a tradução ; 9

Prefácio Sandra Leticia Berta 

 

1. Do diagnóstico em psicanálise; 21

12 de novembro de 2003 ; 21

Atualidade da ética da psicanálise ; 21

Um século de diagnósticos na psicanálise; 26

Polêmica sobre o uso do diagnóstico ; 35

A ética dos diagnósticos ; 39

 

2. De RSI a... RSI ; 47

26 de novembro de 2003 ; 47

Corte ou continuidade ; 48

Variantes de RSI ; 52

A simbolização ; 55

Efeito da simbolização ; 57

Remanejamento das categorias; 65

 

3. A virada borromeana ;73

14 de janeiro de 2004; 73

De dois a três; 75

Patologias do ponto de estofo ; 83

Significante no real e cadeia inconsciente ; 88

Os neologismos ; 92

 

4. A colocação em questão do Nome-do-Pai ; 101

28 de janeiro de 2004 ; 101

Nome-do-Pai e nó borromeano ; 102

Édipo e Nome-do-Pai ; 105

A função enodamento ; 108

Nomeação ; 115

O porquê do nome ; 122

 

5. Nomeações ; 129

11 de fevereiro de 2004 ; 129

Teologia e deologia ; 131

Falatório [parlote] e nomeação ; 136

Nomear e “nomear para...” ; 138

Nó(s)meações [No(us)minations] ; 140

 

6. O dizer paterno ; 155

10 de março de 2004 ; 155

Dizer e enunciação; 156

Dizer paterno e verdade; 158

Foraclusão de fato?; 163

Discursos estabelecidos e discursos epifânicos ; 166

O enodamento pelo pai ; 172

 

7. Joyce no laço social; 181

24 de março de 2004 ; 181

O dizer magistral ; 182

Idólatra do texto ; 188

Ele é sintomatologia ; 190

Apegos [Attachements] não paternos ; 193

Uma mulher “que não serve para nada” ; 198

 

8. Exilado da relação sexual ; 207

28 de abril de 2004 ; 207

Tudo serve ao gozo ; 208

O valor erótico ; 216

A não relação sexual revelada a Joyce ; 219

O que é a relação sexual na psicose? ; 224

 

9. O parceiro do psicótico ; 229

12 de maio de 2004 ; 229

O parceiro fantasmático ; 231

O parceiro-sintoma ; 237

O grafo do (sujeito) psicótico ; 242

Os mesmos termos, mas desdobrados ; 246

 

10. Sem o Pai ; 255

26 de maio de 2004; 255 

O órgão sem o falo ;256

A relação sexual entre as gerações ; 260

Nora, um corpo adicional ; 266

Um sinthoma que difere ; 271

O sinthoma-pai e a transmissão ; 277

 

11. Clínica borromeana da paranoia ; 281

9 de junho de 2004 ; 281

Usos do corpo; 282

Joyce e o corpo ; 285

Novidade sobre a paranoia: o nó de trevo ; 286

O que está em jogo: o sujeito real; 289

Paranoia e personalidade ; 295

Estrutura de massa freudiana ; 301

Definição da paranoia ; 302

Rousseau ; 305

 

12. Prevalência imaginária ; 309

23 de junho de 2004 ; 309

A identificação imediata ; 310

Congelamento de um desejo ; 312

Voz e olhar ; 316

Privilégio do olhar e da voz na paranoia ; 320

Exibido ou pior ; 326

Continuidade dos gozos na paranoia ; 332

 

Referências ; 337



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