ERÓTICA DO LUTO - NO TEMPO DA MORTE SECA

ERÓTICA DO LUTO - NO TEMPO DA MORTE SECA

Código: 9788585717667 (CO)

Categorias: Lacan / Lacan


Autor: Jean Allouch

Tradução: Procopio Abreu

Editora: Companhia de Freud

Ano: 2004

Nº páginas: 424

Categoria Principal: Lacan



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O caráter determinante do não-cumprido nos fez tomar ciência de que, em nosso tempo de morte seca, já que a mortalidade infantil deixou de ser o que era, o paradigma do luto é o luto do filho. Daí a questão: é imaginável, é possível que, assim, a morte do filho tinha acabado por tomar esse lugar? Em que condições poderia ela ter sido levada a esse estatuto de paradigma gramatical para todo luto? Terá sido preciso para isso, para que fosse avaliada a uma vida de cada um sem outro recurso que essa própria avaliação enquanto humana (ainda que humana demais), que Deus não fosse mais reconhecido como tendo em mão, Ele e Ele só, as cartas do juízo, com efeito, necessariamente final.

Que te sirva de vela! Ação 11
Por um outro luto 19

LITERATURA CINZA I 25

Estudo a:
Luto e melancolia, luto melancólico .43

Paradoxo 43
Uma analítica do luto, realmente? 60
A realidade pode dar prova do que quer que seja? 70
Uma estranha e efêmera entidade clínica: a PAD 81
Onde vemos Freud passar bem ao lado de um encontro da história 91
Duas vias da realização do desejo 108
Trabalho? Traumatismo? 120
Vocês subsistem, objetos substituídos? 126
Uma existência além 126
A invenção do objeto substituível 130
De uma pretensa inexistência do suicídio 133
Crítica da identificação com o objeto perdido 135
Romântica pere-version : 136
O romantismo de Luto e melancolia 137
Luto e melancolia em seu lugar na história 146
Uma (não inédita) fetichização do objeto do luto 154
Onde Freud agüenta firme 160
Uma versão de pai 164
Luto melancólico 169
Em proveniência de uma tradução 172
Silvil Mattoni: O fracasso do pudor 172-1 a 172-XII

LITERATURA CINZA II 173

Estudo b:
O luto segundo Lacan intérprete de Hamlet 183

Uma ausência? 183
Um jogo sutil com Freud 188
O que o teatro suscita, que o teatro resolva! 198
Primeiros balizamentos 213
O que vai decidir 216
O itinerário de Hamlet 228
O encontro com o espectro 228
A rejeição de afilia 241
A cena no quarto de Gertrudes 251
A cena do cemitério 258
Em direção a uma problemática lacaniana do luto: o impossível objeto 271
Em direção a uma escrita do luto 285
O sacrifício do falo 294

LITERATURA CINZA III 307

Estudo c:
Areu: o luto segundo Kenzaburô Ôe 317

Para introduzir o fim do mundo 321
Um assunto pessoal 329
Areu e não Agwii 333
Onde se escolhe o pedaço transferencial 338
A mutação subjetiva do acompanhante-narrador 342
Inibição, sintoma, angústia: os três tempos do luto? 347
O cumprimento / não-cumprimento de uma vida, desafio do luto 349
Uma perseguição como pivô do luto 353
O sacrifício do luto 358

LITERATURA CINZA IV 363

CONCLUSÃO 387

Bibliografia 397



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