FUGIR PARA ADIANTE - O DESEJO DO ANALISTA QUE NÃO RETROCEDE ANTE AS CRIANÇAS

FUGIR PARA ADIANTE - O DESEJO DO ANALISTA QUE NÃO RETROCEDE ANTE AS CRIANÇAS

Código: 9788558090001 (CO)

Marca: Aller


Autor: Pablo Peusner

Tradução: Fernanda Zacharewicz / Maria Claudia Formigoni

Editora: Aller; Agente Publicações

Ano: 2016

Coleção: Série Discursos Psicanalíticos

Número de páginas: 181

Categoria Principal: Lacan



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Qual é a função do inconsciente do analista no encontro clínico com uma criança?  Como se situar em harmonia com essa comunicação entre inconscientes que propunha Freud? Ou como se valer do inconsciente para produzir uma interpretação, segundo sugeria Lacan?
Função da palavra, campo da linguagem, lalíngua...
Como favorecê-los no encontro clínico com uma criança? Dado que, como o adulto, a criança também está sujeita à ausência de proporção sexual, é ela mesma, com frequência, quem encarna o resto desse cálculo de proporção impossível. Então, qual é a melhor posição para um analista que deve acompanhar um percurso sob o signo de algo tão real?
Se a transmissão familiar por vias não biológicas é irredutível, como interrogar o ponto de constituição do sujeito para ler a condição do desejo que o habilita (anônimo ou não)? Como se situar enquanto analista ante os diversos modos de apresentação clínica das crianças sujeitas à holófrase? É possível construir uma lógica para intervir ante as manifestações do sujeito monolítico encarnado por uma criança e os efeitos complexos que produz no laço social (especialmente na instituição escolar)?

Apresentação; 7
Prólogo à edição brasileira; 11
Prólogo à edição argentina; 17

1 - O inconsciente do analista que não retrocede ante as crianças; 23

2 - Na clínica psicanalítica com crianças também não há proporção sexual; 43
- A doxa do trauma e a constelação familiar; 43
- Na clínica psicanalítica com crianças também não há proporção sexual; 46
- O impossível de evitar; 59
- O sofrimento das crianças é a desproporção; 64
- O desejo do analista que não retrocede ante as crianças; 68
- A clínica psicanalítica lacaniana com crianças; 79
- Outra vez, a influência; 85

3 - O irredutível de uma transmissão; 89
- O insuportável da linguagem como causa; 89
- Linguagem versus Programa; 92
- Transmitir; 96
- Um desejo que não seja anônimo; 100
- Outra vez, transmitir...; 106
- A ética de um desejo que não seja anônimo: apresentações clínicas; 110

4 - Holófrase; 121
- O extravio produzido pela noção intuitiva; 122
- Da holófrase linguística ao conceito lacaniano; 124
- A construção da holófrase lacaniana; 127
- Primeiras pontuações sobre o sujeito monolítico; 139
- Dar-se ao luxo; 150
- Outro luxo é a constância; 151

Anexo: Intrervenção (2011), 157

A resposta besta do psicanalista de crianças: o dispositivo de presença de pais e parentes; 159
- No princípio estava Freud; 159
- No retorno a Freud está Lacan; 162
- A besteira do dispositivo; 164

Notas; 169



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