CHAVES PARA UMA TERAPOÉTICA DA FAMÍLIA - CONHECER E COMPREENDER A FAMÍLIA BRASILEIRA

CHAVES PARA UMA TERAPOÉTICA DA FAMÍLIA - CONHECER E COMPREENDER A FAMÍLIA BRASILEIRA

Código: 4266201 (CO)

Marca: Artesã


Autor: CARLOS ARTURO MOLINA - LOZA

Editora: ARTESÃ

Ano: 1998

Número de páginas: 482

Peso: 790 gramas

Categoria Principal: Família e Casal


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Conhecer e compreender a família brasileira. Uma carta, metafórica, escrita na primeira pessoa, e dirigida para cada uma das pessoas que esse decidiram a lê-la. De que se trata?Da família, de seus problemas e de como ela pode encontrar soluções adequadas para ela. Escrito com a ajuda de muitas vozes todos os exemplos que ilustram as idéias expostas são extraídos de contos e romances brasileiros este livro constitui, como diz Haim Omer no seu prefacio, um mapa diferente, que faz jorrar uma nova luz sobre as velhas questões da família e da terapia. Um livro para ler e reler.

Prefácio por Haim Omer v
A maneira de introdução ix

I. Andar de bicicleta ou terapia familiar é fácil

Uma carta escrita especialmente para ti 3
Um parêntese 3
Tá na cara 4
Uma maravilhosa biblioteca 6
Duas palavrinhas sobre epistemologia 7
Verdade ou ponto de vista? 7
Uma decisão 9
E o diagnóstico? 10
Ouvir... com tudo 11I
Sentimento-Pensamento 11
O lado direito do cérebro 12
Terapia dói? 13
A visão positiva 13
Terapeuta criador de confusão 15
O passado 15
Aqui e agora 16
A redefinição 16
A função do sintoma 17
O sintoma enquanto comunicação 18
Sintoma e contexto 19
O paciente designado 19
Causa e culpa 20
A pergunta 21
Terapia, uma declaração de amor 24
A família como sistema 26
Sistema familiar - sistema terapêutico 26
O conselho 27
A demanda individual 27
O segredo 28
O fracasso 28
As hipóteses 29
A intuição 30
A primeira entrevista 31
As crianças 32
O salvador 33
O uso de si mesmo na terapia 34
A mudança 35
Conselho e auto-descoberta (induzida) 36
Visão da família, visão do terapeuta 37
A dupla mensagem 38
A triangulação 39
Medo de ser 39
Representando 41
Novos papéis 42
Reconstruindo a realidade 42
A prescrição do sintoma 43
A prescrição paradoxal 44
Louco ou loucos? 45
A disponibilidade terapêutica 46
O poder 46
O autoconhecimento 47
O ritmo das sessões 48
O desfecho terapêutico 48
Mudando 49
A guisa de conclusão 50
P.S. Uma explicação 51

Referências bibliográficas 52
Bibliografia científica 55

II. Novos passeios de bicicleta...

Dez anos depois 63
Outra bicicleta 64
Por onde (re)começo? 65
Por uma definição mas ampla da família 66
o ciclo vital da família 70
A solidão do jovem 71
A adolescência 71
A paquera 73
O enamoramento 73
Os primeiros momentos do idílio 74
A paixão 74
A escolha do parceiro 75
A oposição dos pais 76
O ritual do noivado 76
A ilusão do cônjuge perfeito 77
Uma gravidez inesperada 78
Machismo e casamento 78
Por que casar? 80
Casamento passaporte 80
Uma escolha dos pais 81
Atração pelo que falta ao outro 81
O casamento-sacrifício 81
Casamento reparação 82
O casamento financista 83
O casamento reprodutivo 83
A hora de casar 84
Quando os filhos não casam 86
A desilusão do casamento 86
As primeiras descobertas do casamento 87
Adivinhar o outro 88
Casamento e recasamento 88
O início do casamento 89
E as primeiras possibilidades de crise 90
Transformar o parceiro (em outro) 91
Acho que estou grávida 93
Ciúmes do filho que vem por aí 95
O nascimento do primeiro filho 96
O pai é uma suspeita 97
O nascimento do segundo filho 98
Nascimento dos filhos:: repercussões financeiras 99
O nascimento de uma criança excepcional 101
A doença de uma das crianças 102
A adoção 103
Medos infantis 104
A briga infantil 105
O filho na escola 105
Chaves para uma terapoética da família
A escola da crise 107
O fantasma do vestibular 108
A adolescência 108
A discussão a respeito de um filho 109
A revolta do filho 110
Conflito de desejos 111
Um mundo diferente 112
O casamento de uma filha 113
O casamento de um filho 114
Ou simplesmente a sua saída 114
O ninho vazio 115
A doença de um membro da família 116
A morte de um filho pequeno 118
A morte de um filho mais velho 118
A morte de um irmão 118
A morte de um dos pais 119
Uma morte na família extensa 120
A reestruturação do sistema familiar após uma perda 121
O reconhecimento após a morte 121
A volta de um filho 122
Novos membros da família 122
Outras crises 123
O desemprego de um dos pais 124
Desavenças financeiro-familiares 124
O tempo e o espaço familiares 125
Catástrofes maiores 126
A questão da velhice 126
O velho sábio 129
A aposentadoria 130
Filhos pais dos pais 131
A crise do casal 132
A crise do início do casamento 132
Á crise dos dez anos de casamento 133
Quinze anos de casamento 134
Surge a idéia da separação 136
Dar para os filhos a notícia da separação 137
A interferência das famílias de origem 138
A fuga na relação extraconjugal 139
Dentro da própria casa 140
A infidelidade concertada 141
A idade do lobo 142
Os problemas sexuais 143
Um dos parceiros parece casado com a profissão 144
A solidão à dois 144
A falta de comunicação 145
O casamento morto 146
O ciúme 148
O ciúme masculino 148
O ciúme feminino 149
O ciúme retrospectivo 151
Empurrar com a barriga 15 I
A separação impossível 152
A rotina rotineira 152
A previsibilidade 153
O desencontro 154
Adivinhar o outro 155
Incapacidade de prescrever 155
A natureza se cuida sozinha 156
O casamento não é natural 156
O sacrifício em nome dos filhos 156
Salvar o casamento 158
O casal em guerra 159
A separação 159
O divórcio 160
O casal perfeito 161
O amadurecimento do casal 162
O amor no casal 162
Fatores extra-familiares da crise 163
Uma mudança de residência 164
Mudar para uma outra cidade 165
A imigração 165
A seca 166
A mudanças bruscas no meio ambiente 167

Os fundamento teóricos 169
Epistemologia 169
Uma ruptura epistemológica 170
Teoria da comunicação humana 171
A causalidade circular 172
Não se pode não comunicar 172
Comunicação digital e analógica 173
Comunicação paradoxal 174
A metacomunicação 174
A dupla comunicação ou dupla mensagem 175
Aspectos ordem e relato da comunicação 176
Pontuação da seqüência de eventos 177
Complementaridade 177
Simetria 178
A teoria geral dos sistemas 179
Globalidade 180
Não somatividade 181
Eqüifinalidade 184
Retroalimentação (feedback) 187
Retroalimentação negativa 188
Retroalimentação positiva 188
A família além do sistema 189

Autodeterminação versus predeterminação 191
A culpa não é minha 192
Vítima do demônio 192
E herança genética 192
A má sorte 193
A ditadura do passado 193
Comigo é assim 194
A culpa da bebida 195
Mas, acontece que... também há bebedores honestos 196
liberdade de ser, de mudar 197

As idéias de alguns dos nossos mestres 199
Uma questão de fronteiras 199
As fronteiras difusas 199
As fronteiras rígidas 200
Utilização da fantasia, provocação 201
A narrativa empática 201
Incapacidade de metacomunicar abertamente 202
O fim das escolas 203

A comunicação na família 204
A expressão das emoções 204
O diálogo na família 206
Á linguagem própria da família 206
A árvore genealógica familiar 207
O genograma 208
Um final provisório 211
Referências bibliográficas 212
Bibliografia científica 219

III. Dez anos antes do previsto

A cada nova leitura uma nova criação 227
De novo sobre a primeira entrevista 229
As indicações 230
Eles não sabem por onde começar 230
As trivialidades fundamentais 231
Captar a informação não proposital 232
Captar o óbvio 233
O humor terapêutico 234
A fantasia como método de conhecimento 234
Confusão terapêutica 236
Coerência patológica 237
A incoerência terapêutica 237
A fragilidade punida 239

Ponto de vista: A questão da verdade 241
O emergente familiar 242
Critérios de saúde 244
Perceber... recriar o mundo 244
Outras portas para o conhecimento 245
Certezas provisórias 246
A escola e os seus gurus 247
A verdade morreu... vi va a verdade! 248
As verdades familiares 250
A evolução das verdades 250
Ver hipotetizar 253

A questão da demanda 254
O interesse genuíno nas pessoas 255
Demanda culpada 256
Ninguém pode nos compreender, nos ajudar 258
Ouvir, em terapia. é sentir com 259
Atitude paradoxal? Não, sofrimento 260
O enigma da família brasileira 261
A chave do enigma 262
O lobisomem 263
O boto 263
A possessão 264
Outras tentativas de resolução 266
A inveja 267
Outras formas culturais do sofrer 270
Terapia de vidas passadas 270
As intervenções terapêuticas 272
A escuta terapêutica 272
A pergunta terapêutica 273
(Vi)ver positivamente 273
Enfocar a saúde 274
A conotação positiva 275
A utilização do acaso 277
Os segredos 278

Considerações sobre a elaboração da narrativa terapêutica 280
O que é metáfora? 280
Metáfora não é comparação 280
A metáfora nossa de cada dia 283
As metáforas da família 286
E os sonhos? 288
A intuição 290
Aprender a desaprender 290
Razão versus sensibilidade? 292
Ouvir com as tripas 293
A angústia diante da intimidade 294
Usar a cabeça 294
A vida das palavras 295
O peso das palavras do terapeuta 295
O trabalho de formulação 295
A voz do terapeuta 296
A diretividade 297
Acompanhar as pessoas 298
Induções negativas 298
Profecias auto-realizáveis 299
A indução terapêutica 300
Descobrindo o potencial das pessoas 302
A narrativa terapêutica 303
Queremos modificar nossa história 304
Dados versus informação 305
As diferentes escutas terapêuticas 305
A linguagem corporal 306
Deixa o silêncio falar 308
Os clientes também sabem perceber 308
O diagnóstico 309
Aquilo quc sabemos 310
A função do sintoma 311
A elaboração das hipóteses 312

Falando enquanto formador 315
Aprender terapia familiar 315
Recriar o saber 316
As franquias científicas 316
Repensar o saber 318
O saber não confere poder 319
Passos para uma nova visão 319
Aprendiz dos alunos 319

Ser terapeuta 321
O teu espaço enquanto pessoa 321
O crescimento do terapeuta 322
Uma questão de respeito 323
Um caso interessante? 325
A fraqueza do terapeuta 325
O compromisso do compromisso 326
Semear pelo prazer de semear 328
A neutralidade do terapeuta 329
Uma atitude falsamente profissional 329
A cadeira do terapeuta 330
Ser verdadeiro 330
Terapia amizade ou amor? 332
Seduzir para a vida 333
A transferência 334
Contratransferência, elaboração e ética 335
Cozinhar os sentimentos 335
Desamor adoece 336
A assertividade 336
A generosidade terapêutica 337
O privilégio de ser terapeuta 338
Um pretexto para crescer 340
A cobrança do desempenho 341
Entrar e sair do sistema familiar 342
Decisão 343
Decidir fazer terapia 343
Contextos 346
Referências bibliográficas 347
Bibliografia científica 353

IV. A crise do sistema... social
Vamos sair do consultório 362
A civilização da aceleração 364
Uma sociedade dirigida por 365
A destruição do meio 366
Uma devastação definitiva 369
A explosão demográfica 370
Poucos muitos ricos muitos muito pobres 371
A família do submundo do quarto mundo 372
Crise de confiança política 373
O ser anônimo 376
A mulher na sociedade 378
A crise de valores 379
A desvalorização da vida 379
A crise da educação 382
Família que passa fome unida sobrevive estraçalhada 383
A família como sintoma 387
A sexualidade na cultura machista 387

Os problemas da vida quotidiana 390
Medo de arriscar 390
Não ganhar para não perder 390
Medo da felicidade 391
Sexo sacrifício 393
Cultivar o sofrimento 394
Medo da terapia 394
Medo da perda da identidade 395
Recusa da mudança 395
O terapeuta desconfia da mudança 396
Respeitar as pessoas e seus estranhos problemas 397
A questão da morte 397
Mais sobre a questão da morte 398
Matar o sofrimento 400
O suicídio libertador 401
Morte-sonho 403
Uma outra vida 403
Uma morte na família 404
Uma morte mais injusta 405
Algumas das queixas mais freqüentes 406
A depressão 406
O alcoolismo 407
A droga 408
A violência na família 409
A violência da mãe contra um filho 409
A violência do pai contra um filho 410
A pior das violências do mundo 410
E o abusador? 411
A violência do marido contra a mulher 412
A violência da mulher contra o marido 413
(Querem me enlouquecer!) 414
E como se explica essa violência na família? 415
Os filhos desobedientes 416
Um crime inafiançável 418
Filhos que fracassam 419
A timidez 420
A obesidade 421
Filhos com duas mães 421
A criança com dificuldades severas 422
Problemas de casal 423
A dança do casal 424
Ele não fala 425
Que que você tem? 425
Ele/ela me induziu a 426
Discussão por dinheiro 427
A questão da sogra 427
Fornecedores prepotentes e satisfeitos 428
O benefício secundário da doença 429

Rótulos familiares 430
Etiquetas pessoais 430
A escolha do nome 431
Falemos pois em nomes 432
Voltando à questão dos rótulos familiares 434
Como água para 436
O filho portador do desejo do pai 436
A filha portadora do desejo do pai 438
As mães também desejam 439
O teatro dos rotulados 439
O louco 439
A criadora de casos 440
O irmão sacrificado 440
O pai ausente 441
A representação familiar 441

Não seja como seu pai I 442
A ruptura dos rótulos 443
Os mitos familiares 444
Questão de sexo 447
O fim do mito 448
O mito rompido 448
Os segredos 451
Os rituais 451
Os rituais familiares 453
Os rituais terapêuticas 453
Rituais indiretos 454
As reações às novas idéias e outras coisas mais 456
Conselho controle e tutela 456
Algumas considerações finais 457
O terapêutica 458
A coterapia 459
O silêncio na terapia familiar 459
O tempo 459
A freqüência das sessões 460
Entrar e sair das sessões 462
Os fracassos em terapia 463
O preço da consulta 463
O desfecho terapêutica 464
Os romances 464
Por que escrever? 465
Despedida 466
Referências bibliográficas 469
Bibliografia científica 475

Epílogo? 480



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