POR QUE NÃO HÁ RELAÇÃO SEXUAL?

POR QUE NÃO HÁ RELAÇÃO SEXUAL?

Código: 9788577240111 (CO)


Autor: Roberto Harari

Organizadores: Carlos Augusto M. Remor / Inezinha Brandão Lied / Tânia Mascarello

Editora: Cia de Freud

Ano: 2006

Nº de Páginas: 213

Categoria Principal: Lacan



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No que se refere à mulher, o remédio para ser não-toda é um a particular, primordial na maneira fêmea de falhar a relação sexual. Esse a é um filho in-mundo que faz as vezes de tampão para o não-toda. Ela tem uma possibilidade de dirigir-se de modo desdobrado em relação a distintos aspectos da vida. Pode ser esposa, mãe e ao mesmo tempo ser uma pessoa que trabalha, que tem uma carreira profissional. Essa, que é uma queixa habitual das analisantes, parece a colocação em ato da referência ao desdobramento feminino. A mulher é não-toda e, portanto, se desdobra.

Prefácio 9

PRIMEIRA PARTE: Por que não há Relação Sexual?
1.Por que não há relação sexual? 15
2. Falo 33
I. Falo e castração 33
II.0 falo como significante 59
III. As questões do desejo e das diferenças sexuais 90

SEGUNDA PARTE: lncidências Clínicas
1.O intervalo (não) perdido na direção da cura 123
I. Introdução 123
II.0 intervalar e o pleno 125
III. O fator diastemático 128
IV. O vazio, Oriente, Lacan 132
V. Ostranenie: texto literário, texto analítico 134
VI. Ostranenie ou Interpretação completa 138
VII. Esgotamento semiológico e semblante de a 140
VIII. Sem-sentido e o presumido ato 141
IX.O morto não é um cadáver 143
X. Intervalo e primazia do significante 144
2. O que varia e o que desvaria uma clínica lacaniana? 147
I. O acontecimento Lacan na direção da cura psicanalítica 147
l.a. 147
I.b. 148
I.c. 149
II. Enquadre versus montagem 150
II.a. 151
II.b. 152
II.c. 153
II.d. 154
II.e. 155
III. Conclusão 157

3. Um duplo lapso de Lacan 159
I. Apresentação 159
II. Aproximação ao duplo lapso 160
II.a 160
II.b 161
II.c 162
II.d 163
lII. Do surrealismo à topologia, em retorno 166
III.a 166
III.b 167
III.c 168
IV. Um ritornelo conclusivo 170
V. Post-scriptum 170
V,a, Um encontro, outro lapsus 170
V.b. Os versos de um adolescente 173

4. O inconsciente estrutura-se como uma linguagem? 175
I. Introdução 175
lI. Desabonado do inconsciente 175
III. Uma auto crítica de Lacan 176
IV. Só sujeito dividido? 177
V. Homofonia, e não somente homonímia 177
VI. Intradução 178
VII. Alíngua 179
VIII. Conclusão 179

5. De paradoxos clínicos desde a psicanálise caótica 181
I. Introdução 181
II. Da psicanálise caótica 182
IlI. Uma intervenção não-linear 183
III.a. Do paradoxo em psicanálise caótica 184
III.b. Objeções 186
III1.c. Respostas 186
IV. Conclusão 187

TERCEIRA PARTE: Temporalidades
1. De que esquecimento me falam? 191
I. Introdução 191
II. Uma pontuação talvez óbvia 192
III. Um ob táculo epistemológico talvez não tão óbvio 192
IV Começamos com o esquecimento 194
V. Agora, o esquecimento etiopatogênico? 196
VI. Estou quase lembrando, mas não posso! 197
VII. Por que me lembro disso? 198
VIII. Pelo in-mundo 200
IX. Para concluir 201

2. Policronias:os contra-tempos da psicanálise 203
I. Introdução 203
Ia. Primeira tese 204
II. Tão-só algumas balizas 205
II.a. Segunda tese 205
II.b. Terceira tese 206
II.c.Quarta tese 206
II.d. Quinta tese 207
II.e. Sexta tese 207
II.f. Sétima tese 208
III. Conclusão 209

Fontes 211



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