RELAÇÃO ENTRE A AFETIVIDADE E A INTELIGÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO MENTAL DA CRIANÇA

(ref.: 9788578542795 (CO))

Autor: JEAN PIAGET
Editora: WAK
Ano: 2014
Número de páginas: 356
Categoria: PIAGET

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Piaget destaca neste texto a importância do estudo das características do sujeito psicológico. Ele nos presenteia com uma compreensão mais ampla e consistente da subjetividade do sujeito, com suas emoções e sentimentos, permeando os processos de conhecimento. Esta compreensão é de grande valia para o processo de aprendizagem.
Jean Piaget
Prêmio Erasmo 1972 19

Apresentação da versão portuguesa
Silvia Parrat-Dayan 31

Encontro com Jean Piaget
Cláudio J. P. Saltini 33

INTRODUÇÃO GERAL

I. Posição do Problema 37
II. Definições Básicas 39
1. Afetividade 39
2. Funções afetivas e funções cognitivas 39
3. Adaptação: assimilação e acomodação 41
III. Conclusão 43

PARTE I
Período dos sentimentos intraindividuais
Estágios: I, II e III 44

AFETIVIDADE E ESTRUTURAS COGNITIVAS 45

I. Exemplos Básicos 45
1. Operações matemáticas 45
2. Operações lógicas 45
3. Percepção 46
II. Exame de Três Teorias da Conduta (Clássicas) 47
Teoria de Claparède 47
Teoria de Pierre Janet 48
Teoria de Kurt Lewin 49
III. Análise da Noção de Estrutura 49
1. Exame de uma objeção: Pode-se falar
em estruturas afetivas? 49
2. Definição de Estrutura: Caracteres Negativos 50
3. Definição de Estrutura: Caracteres Positivos 51

ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL
E AFETIVO 53
I. Paralelismo entre Conduta Afetiva e Estrutura Cognitiva 53
II. Resposta a Duas Objeções Contra o Paralelismo 53
1. Primeira objeção 53
2. Segunda objeção 54
III. Tabelas Paralelas dos Estágios do Desenvolvimento
Intelectual e Afetivo 56

PRIMEIRO ESTÁGIO: AS FORMAÇÕES
HEREDITARIAS 59
I. Tendências Elementares e Emoções 59
Ambiguidade do termo instinto 59
Tentativas de inventário (LARGUIER DE BANCELS) 60
3. Conclusões 63
II. Emoções 64
1. Teoria intelectualista (HERBART e NAHLOWSKY) 65
2. Teoria periférica (JAMES e LANGE) 66
3. Teorias instintivas (MAC DOUGALL, por exemplo) 66
4. Teorias cerebrais 66

SEGUNDO ESTÁGIO: AFETOS PERCEPTIVOS
E FORMAS DIFERENCIADAS DO CONTENTAMENTO
E DA DECEPÇAO 68
I. Pontos de Vista (Características) 68
1. Do ponto de vista cognitivo 68
2. Do ponto de vista afetivo 68
II. Retomada de Algumas Noções Clássicas 69
1. Dor 69
2. Prazer 70
3. Sentimentos de agrado e desagrado 70
4. Vida afetiva: ponto de vista clássico e atual 70
III. Conclusão Sobre os Dois Primeiros Estágios 71
1. Papel da afetividade nas aquisições cognitivas
e a tese de Malrieu 71
2. Exposição da tese de Malrieu 72
3. Crítica a essa teoria 72

TERCEIRO ESTÁGIO: OS AFETOS INTENCIONAIS 75
I. Ponto de Vista (Características) 75
1. Do ponto de vista cognitivo 75
2. Do ponto de vista afetivo 76
II. Teoria dos Sentimentos, de Janet 76
1. Esquema geral da teoria da conduta 76
2. Estudo das regulações 78
3. Resumo do conjunto: a força psicológica 80
4. Crítica 81
III. Noções de Valor e de Interesse 82
1. Claparêde e a noção de interesse 82
2. Kurt Lewin e o esquema topológico
da conduta 85
IV. Primeiras Descentrações Metivas e o Problema da
Escolha do Objeto 88
1. Evolução afetiva segundo a Psicanálise freudiana 88
2. Crítica ao esquema freudiano 89
3. Elaboração do objeto e a descentração 92
V. Conclusões Sobre o Terceiro Estágio 95

JANET E A NOÇÃO DE VALORIZAÇÃO 98
I. Valores e Afetividade -
Regulação Interna das Forças 98
1. Economia da ação 99
2. Expansão da atividade 100
II. Sistema das Valorizações 100
Valor afetivo do objeto e necessidades do sujeito 101
A finalidade da ação 102
CLAPARÈDE E A TEORIA DA NECESSIDADE 104
I. Regulação das Energias 104
1. Necessidade como função 105
II. A Noção de Homeostase e a Necessidade do Sono 106
III. Necessidade: Função e Estrutura 108
IV. As Duas Leis do Interesse 109
V. Sistema das Valorizações e a Regulação Interna 111

LEWIN E A TEORIA DAS FORMAS 113
I. Esquemas Gestaltistas 113
1. Campo afetivo e campo perceptivo 114
2. Dinâmica no campo 115
3. A necessidade de sentido gestáltico 116
II. Noção de Campo Total: Topologia de Lewin 117
1. Polarização do espaço: atração do objeto
e barreira psíquica 117
2. Ausência de terminação: o problema da
ação interrompida 119
III. Sistema de Valores e Regulação Interna:
Diacronia e Sincronia 119

FREUD - O NARCISISMO E A ESCOLHA DO OBJETO 123
I. Aspecto Cognitivo e Afetivo do Esquema do Objeto 123
1. Escolha do objeto afetivo: a libido freudiana 123
2. Deslocamento das pulsões: o narcisismo 123
3. Noção de recalque
II. Crítica às Interpretações Freudianas 126
1. Memória de evocação 127
2. Um narcisismo sem Narciso 128
3. Duas interpretações da escolha do objeto 129
4. Localização: o critério do objeto 130
5. A memória de recognição 132
6. A construção cognitiva do objeto 135
III. Conclusões Sobre a Questão do Narcisismo
e da Escolha do Objeto 136
1. Localização e deslocamento do objeto 136
2. A espacialização da causalidade 137
Pessoas como objetos 138
O papel da imitação 138
A construção correlativa do eu e do outro 140

CONSTRUÇÁO SIMULTÂNEA DO OBJETO AFETIVO
E COGNITNO 140
I. Tese da Prioridade do Afetivo 140
II. Por que Essa Tese Não se Sustenta? 143
1. Os objetos são afetivos e cognitivos simultaneamente 143
2. O papel das reações individuais 144
3. Perturbações do motor afetivo 145
III. Regulações Internas e Finalidade da Ação: uma Revisão 146
1. Sentimentos interindividuais representativos 148
2. Valores altruístas: o pensamento egocêntrico 148
3. A reciprocidade: o dom e a dívida 149

PARTE II
Período dos Sentimentos Interindividuais
- Estágios: IV, V, VI 151

QUARTO ESTÁGIO: LINGUAGEM E REPRESENTAÇÃO
INTELIGÊNCIA VERBAL E SENTIMENTOS INDIVIDUAIS
I. Aparecimento da Função Simbólica - a Linguagem 152
1. Socialização da inteligência e a permanência
dos sentimentos 153
II. Fenômenos de Valorização Interindividuais 155
1. A interpretação de Janet 155
2. Hipótese utilitarista 157
3. Objeções à hipótese utilitarista 157
4. A fase egocêntrica: um estado de não diferenciação 159
III. Escalas de Valores - Tipos de Valores 160
1. Valores reais e atuais: ação e satisfação 161
2. Valores virtuais 162
3. Reconhecimento e a reciprocidade (WESTERMARCK) 163
4. Tipos de relação entre os valores 165

O PROBLEMA DA AUTOVALORIZAÇÃO:
A TROCA CONSIGO MESMO 167
I. Sentimentos de Inferioridade e Superioridade -
Causas Sociais Diretas 167
1. O sentimento de inferioridade e sua compensação
(ADLER e CLAPARÈDE) 168
2. Causas dos sentimentos de inferioridade
e superioridade 170
3. Situações de desvalorização - três soluções 173
II. Sentimentos de Inferioridade e Superioridade-
Causas Internas 174
1. Lei de Royce- Baldwin 175
2. Reciprocidade consigo mesmo:
dívidas e obrigações 176
III. Economia Interna da Ação e os Valores Econômicos
na Troca com o Outro 179
1. Quantificação e medida 180

GÊNESE DOS SENTIMENTOS MORAIS 182
I. Condutas Familiares - Modelos Parentais e Superego 182
1. Fixação a experiências anteriores 183
2. O jogo das identificações 184
3. Continuidade afetiva 185
II. Esquema Topográfico do Inconsciente Freudiano 186
1. Sentimentos agressivos e esquemas de reações 186
2. Crítica à interpretação freudiana 186
III. Uma Esquemática das Reações Afetivas e Cognitivas 189
1. O que são os esquemas? 189
2. Esquemas preconceituais 189
3. Ponto de partida da esquematização 191
IV. O Superego Freudiano e Seus Precursores 192
1. Os estudos de Ferenczi 193
2. O eu ideal de Baldwin 194
V. Bovet e o Sentimento de Dever 196
1. Proibições e respeito 196
2. O hábito 198
3. O papel das decisões 200
4. A imitação 201
5. A imposição social (DURKHEIM) 202
6. Crítica à tese de Bovet 204

SENTIMENTOS SEMINORMATIVOS E A
SITUAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA DA INTELIGÊNCIA 206
I. Ausência de Reversibilidade no Raciocínio
e Não Autonomia da Moral 206
II. Condições Para a Existência de uma Norma Moral 208
1. A criança e o dever de não mentir 209
2. Os primeiros sentimentos morais:
uma troca de valores 210
III. Realismo Moral e a Responsabilidade Objetiva 211
1. A substancialidade da norma e a avaliação
da intenção 211
2. A pseudomentira e a descoberta do engano 213
3. A avaliação da mentira pelo conteúdo material 215
4. Reações da criança à sanção 218

QUINTO ESTÁGIO: O APARECIMENTO
DAS OPERAÇÕES CONCRETAS - REVERSIBILIDADE E CONSERVAÇÃO 221
I. Permanência e Transformações da Inteligência
e dos Valores 221
1. Cognição e afetividade : uma estrutura
de reciprocidade 222
2. A lógica dos sentimentos de Vaucher 223
3. A necessidade de conservação: a imposição social 224
II. Sentimentos Intermediários - Orientando
Para a Conservação 226
1. Fidelidade, reconhecimento, veracidade
e sentimento de justiça 226
2. A lógica dos sentimentos é o conjunto
dos sentimentos morais 227
3. A diferença entre a lógica da inteligência e a
lógica dos sentimentos 228

OPERAÇÓES AFETIV0AS: A VONTADE 229
I. Teorias Afetivas da Vontade - uma Força Adicional 229
1. Questões terminológicas 229
2. Condições da vontade segundo James 230
3. A vontade como desejo ou tendência (CONDILLAC e WUNDT) 231
4. Um simples cálculo de interesse (RIGNANO) 232
5. Teoria intelectualista (DESCARTES e SPINOSA) 232
6. Teoria personalista (BERGSON) 234
II. A Vontade Como Ato de Criação: o Fiat de James 235
1. Ponto de vista sociológico (BLONDEL) 236
2. Definição de Claparède 239
III. A Vontade Como um Mecanismo de Regulação
à Segunda Potência 240
1. Configuração perceptiva e compreensão
inteligente 240
2. O sistema das transformações: a descentração 241
3. A descentração como uma solução de ordem afetiva 244
4. A flutuação das quantidades: a descentração
reconectando valores 246
5. Críticas à interpretação da descentração 248
6. A educação da vontade: o paradoxo
de Claparède 249
7. Indícios de formação da vontade:
o sentimento de justiça 250

OPERAÇÕES AFETIVAS: O RESPEITO 253
I. Respeito Mútuo e Respeito Unilateral 253
1. A formação do respeito mútuo na criança 254
2. Obediência efetiva e consciência das regras 255
3. Intervenção da vontade na elaboração das normas 258
II. Autonomia da Consciência Moral 259
1. Autonomia e reciprocidade 260
2. A concepção de autonomia segundo
Durkheim 261
III. A Heterogeneidade do Respeito Mútuo em Relação ao
Respeito Unilateral 262
1. A substituição recíproca dos pontos de vista 263
2. A obrigação no plano do respeito mútuo 264
3. Críticas à noção de respeito mútuo
(DAVY e DURKHEIM) 265
4. A resposta de Piaget às críticas de
Davy e Durkheim 266

SEXTO ESTÁGIO: OPERAÇÕES FORMAIS 268
I. As Transformações Intelectuais 268
1. Partindo do real para atingir o possível 268
2. Partindo do possível para atingir o real 269
3. Operações lógicas - o raciocínio dissociado
do conteúdo 270
4. Operações sobre operações - a possibilidade
de reflexão 271
5. As operações formais são combinatórias 271
II. O Pensamento Formal e seu Papel na Conduta 272
1. A sociedade como corpo social e as relações
interindividuais 272
2. Inserção do adolescente no corpo social 273
3. Instrumentos de insersão - intelectuais e afetivos 274
III. OS Novos Interesses Quanto ao Corpo Social 274
1. Um interesse progressivo pela regra: os primeiros
sentimentos jurídicos 275
2. Da infância à adolescência - o aparecimento
da capacidade teórica 276
IV. Transformações Afetivas 277
1. Sentimentos correlativos aos ideais coletivos 277
Formação da personalidade (BLONDEL-
primeira fase) 279
2. A personalidade como sinônimo do eu (RIBOT) 280
3. A síntese de Blondel (segunda fase) 280
4. A realização da pessoa (MEYERSON) 283

PARTE III
Considerações Finais - Os Jogos 284
ALGUMAS CONCLUSÕES A RESPEITO
DOS SEIS ESTÁGIOS 285
I. Afetividade e Função Cognitiva: Dois Aspectos Inseparáveis
de Toda Conduta 285
1. Conflitos entre afetividade e pensamento 286
II. Ação da Afetividade - Há Estruturas Afetivas? 287
1. Interesses e valores apresentam uma estrutura? 288
2. Sentimentos morais e vontade são estruturas originais 288
3. Um elemento de intelectualização
(em relação às condutas) 289
III. As Condutas: uma Estrutura e uma Energética 290
1. Condutas relativas aos objetos (afetos e estruturas intraindividuais) 290
2. Condutas relativas às pessoas (afetos e estruturas interindividuais) 291
IV. O Jogo e o Pensamento Simbólico 292

LIMITES E CARACTERIZAÇÃO DOS JOGOS 294
I. O Jogo da Criança e o Jogo do Adulto 294
II. Critérios e Delimitação dos Jogos 295
1. O critério da atividade autotélica: o jogo como
um pré-exercício 295
2. Critério da atividade espontânea 296
3. Critério do princípio do prazer (BUHLER e FREUD) 297
4. Critério da realização imediata das necessidades
(CLAPARÈDE) 299
III. Jogo: Adaptação Intelectual ou Imitação? 300
1. Assimilação psicológica e acomodação
simultâneas: adaptação 300
2. Primazia da acomodação: há imitação? 301
3. Primazia da assimilação: há jogo 301

CLASSIFICAÇÃO DOS JOGOS 303
I. O Método Utilizado por Piaget 303
II . Crítica das Classificações dos Jogos 304
1. O jogo como exercício preparatório - a teoria
de Gross 304
2. Críticas à classificação de Gross 305
3. Os jogos de acordo com sua origem: a teoria
de Querat 307
4. Classificações fundadas sobre a estrutura (PEREZ,
STERN e BUHLER) 308
III. Uma Classificação Estrutural dos Jogos 310
1. Jogos sem estrutura lúdica particular -
jogos e exercícios 310
2. Um elemento estrutural novo: o jogo simbólico 312
3. Uma intervenção a mais - o jogo de regras 314

TRÊS GRANDES CATEGORIAS DE JOGOS 315
I. Categorias de Jogos de Exercícios 315
II. Variedades de Jogos Simbólicos 316
1. Esquemas simbólicos momentâneos:
representação e assimilação 317
2. Jogos continuados - reproduções de cenas
vividas ou não 318
3. Jogos de transformação do real (compensação) 319
4. Jogos de terminação (aceitação) 319
5. Os ciclos simbólicos 320
6. Jogos simbólicos em grupo 321
III. Jogos de Regras 322

EVOLUÇÃO DOS JOGOS 323
I. Curvas de Evolução 323
1. Aparecimento precose e declínio do
jogo de exercício 324
2. Aparecimento tardio e declínio do
jogo simbólico 325
3. Crescimento do jogo de regras 329
II. Destino do Jogo no Adulto 330

A EXPLICAÇÃO DOS JOGOS SIMBÓLICOS 331
I. Teorias Funcionais 331
1. Teoria do supérfluo de energia
(SCHILLER e SPENCER) 331
2. O jogo como descanso (SCHILLER, LAZARUS
e PATRICK) 332
3. Reproduzindo atividades ancestrais:
a teoria de Hall 333
4. Preparando atividades futuras: a abordagem
de Gross 336
5. Interpretações de Claparède e Freud 338
6. Outras teorias de natureza funcional 340
II. Considerações Estruturais - Teoria de Buytendijk 341
III. O Jogo Simbólico e a Estrutura do Pensamento
da Criança - Proposta de Piaget 343
1. O jogo como polo de assimilação das condutas 343
2. Da assimilação funcional ao ponto de vista estrutural 344
3. A assimilação representativa: o nascimento
do jogo simbólico 345
4. A assimilação do eu - função simbólica
e linguagem 346
O JOGO: ESTRUTURA COGNITIVA E
ENERGÉTICA AFETIVA 349
I. Estruturas Afetivas e Cognitivas - Simultaneidade 349
III. Os Jogos Simbólicos e o Pensamento
Simbólico Inconsciente 350
1. Psicanálise de crianças - os jogos e os sonhos 350
2. Freud e o simbolismo do sonho 351
3. As imagens do meio-sono (SILBERER) 352
III. O Pensamento Simbólico: Afetividade e
Funções Cognitivas 353

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