E QUANDO CHEGA A ADOLESCÊNCIA

E QUANDO CHEGA A ADOLESCÊNCIA

Código: 9788575911020


Autor: VANESSA FAGIONATTO VICENTIN
Editora: MERCADO DE LETRAS
Ano: 2009
Número de páginas: 127
Categoria principal: Adolescência

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Sinopse:

Estamos certos de que todos os educadores desejam formar alunos que, em ocasiões de conflitos interpessoais, tenham estrutura para resolvê-los de forma justa e respeitosa. No entanto, será que as ações destes colaboram para este tipo de formação? Em nossa prática percebemos que muitos professores pensam estar caminhando nesta direção e ingenuamente caminham para a formação de pessoas que possuem poucos recursos para resolver os desentendimentos que ocorrem em seus relacionamentos, e desta forma, não encontram outra maneira de enfrentar um conflito, a não ser, aceitar ser coagido ou coagir para solucionar o problema. É mais decepcionante ainda quando observamos tal fato entre os adolescentes, visto que estes estão em um momento fundamental de formação de personalidade e de busca de um sentido para suas vidas. Diante deste panorama a escola não tem condições de continuar a se omitir.
Esse livro tem o objetivo de refletir sobre o papel dos conflitos interpessoais no âmbito escolar em uma visão construtivista e as atuações dos educadores que favoreçam a formação de alunos autônomos, propondo como foco a fase da adolescência, com suas especificidades e particularidades. Para tal sugerimos que os educadores utilizem-se de estratégias imediatas com os jovens na ocasião de conflitos e outras planejadas com todo o grupo de alunos. Um trabalho sistemático e que nem sempre envolve resultados ¿mágicos¿. No entanto, um dos caminhos que certamente pode favorecer a formação de jovens que tem condições de escolher um percurso para suas vidas, diferente da violência, agressividade ou não menos triste, da obediência e da submissão.

SUMÁRIO

INTRODUÇAO: A ESSÊNCIA DOS CONFLITOS
INTERPESSOAIS NA ADOLESCÊNCIA. . . . . . . . . . . . . . . . 9

1. O QUE QUEREMOS DIZER COM
CONFLITOS INTERPESSOAIS? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
O exemplo do horário de entrada entre as aulas. . . . . . . . . . . . 20
O exemplo do choro em função do resultado da prova. . . . . . . 23
Recursos cognitivos e afetivos do conflito. . . . . . . . . . . . . . . . 25
O exemplo de Paula um vulcão de emoções em erupção. . . 33
Os estilos de resolução de conflitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
Exemplo Bruno: como vou sair dessa.... . . . . . . . . . . . . . . . 37

2. QUAL O PAPEL DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM
DE RESOLUÇAO DE CONFLITOS? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
O exemplo do mapa de classe. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
Exemplo da bomba no vaso sanitário:
autoridade ou autoritarismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57

3. E QUANDO CHEGA A ADOLESCÊNCIA... ? . . . . . . . . . 59
A recusa em se expor fisicamente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
Um exemplo de namoro no âmbito escolar. . . . . . . . . . . . . . . . 63
O adolescente em um ambiente escolar autocrático. . . . . . . . . . 67
O exemplo do jogo de cartas em sala de aula. . . . . . . . . . . . . . . 70
O exemplo do uso do computador como sanção. . . . . . . . . . . . 71
O adolescente em um ambiente democrático. . . . . . . . . . . . . . . 75
O exemplo da atividade inacabada no tempo combinado. . . . . 77
O exemplo do diálogo sobre a necessidade do uniforme. . . . . . 79

4. PENSANDO EM AÇÕES COTIDIANAS DO
EDUCADOR SOBRE CONFLITOS NA ADOLESCÊNCIA. . . 85
O exemplo da agressão entre alunos e a postura do educador. . . 86
O exemplo do apelido e a postura do educador. . . . . . . . . . . . . . 90

5. PROPOSTAS DE AÇÕES PROGRAMADAS PARA O
TRABALHO COM CONFLITOS NA ADOLESCÊNCIA. . . . . 99
Assembléias Escolares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100
Aprendizagem de Resolução de Conflitos Interpessoais. . . . . . . 105
Outras sugestões para o trabalho com conflitos. . . . . . . . . . . . . . 106
A escolha é sua. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106
Parece comigo quando. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110
Trabalhos com música. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111
Os sentimentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112
Outras propostas para o trabalho com valores morais. . . . . . . . . 113

CONSIDERAÇÕES FINAIS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123





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