A FICÇÃO DO SI MESMO - INTERPRETAÇÃO E ATO EM PSICANÁLISE

A FICÇÃO DO SI MESMO - INTERPRETAÇÃO E ATO EM PSICANÁLISE

Código: 9788585717186

Categorias: Lacan / Lacan


Ver abaixo detalhes do livro.
Autor: ANA MARIA MEDEIROS DA COSTA
Editora: CIA DE FREUD
Ano: 1998
Número de páginas: 136
Categoria Principal: Lacan

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Desde que o direito, por exemplo, constitui-se no substituto da força, vemos-lo carregando os traços de sua herança, sem poder desvencilhar-se de sua origem. Por essa razão Lacan faz a abertura do seminário que dedica ao gozo falando sobre o direito como aquele que se incumbe do gozo. Não sem certo desconcerto descobrimos que as leis podem constituir-se em produtoras e reforçadoras daquilo que pretendem limitar. É assim que, seguindo um pensamento lacaniano, trata-se de reconhecer que o ¿mestre¿, enquanto substituto dessa figura do pai, ou mesmo nesse lugar, sempre terá acolhida em toda e qualquer organização humana. Neste ponto o encaminhamento de Lacan parece-nos freudiano, na medida em que reconhece no significante (e não numa pessoalidade) uma função de mestre ou, como diria Freud, produtora de cultura.

OBSERVAÇÃO: LIVRO COM AS PÁGINAS AMARELADAS, MANCHAS AMARELAS NAS LATERAIS, ALGUNS RISCOS NA CAPA E NA CONTRA CAPA. VEIO ASSIM DA EDITORA.
ESGOTADO NA EDITORA.


INTRODUÇÃO 11

CAPÍTULO I 19

TEMPORALIDADE E DISSIMETRIA

1 - Tempo e distribuição de lugares

1.1 - A prematuridade e a organização ativo-passivo 20

1.2 - A sexualidade infantil questionada 27

1.3 - Do trauma ao masoquismo primário 31

1.4 - A repetição é o estranho mesmo 35

1.5- O efeito a posteriori 39

1.6 - Antecipação e corpo social 40

1.7- O coletivo e o sujeito do inconsciente 45

2 - A lógica do tempo

2.1- O instante e o eterno hoje 49

2.2 - Ato e alienação 53

2.2 - O tempo de compreender e a mediação da dúvida 55

CAPÍTULO II 59

ENTRE FICÇÃO E HISTÓRIA

1 - A ficção e os dois princípios freudianos 60

2 - A narrativa organizada como novela e mito 61

2.1 - A figuração da mãe 62

2.2 - A violência e a figuração do pai 63

2.3 - O mito, a novela familiar e o desdobramento como
estrutura mínima 70

2.4 - Fantasma, mentira e blague 74

2.5 - A dúvida e o sujeito moderno 76

2.6 - A ironia como expressão possível do inconsciente 82

3 - As condições de enunciação 90

CAPÍTULO III 93

CONTAR-SE: ATO E AUTORIZAÇÃO

1- O pai na berlinda 93

1.1- Édipo e o sintoma 96

1.2- O totem por princípio 108

1.3-O ato em Hamlet 110

2 - A autorização da experiência 112

2.1 - A exceção e o mestre 114

2.2 - Singular versus universal: a autorização da experiência 119

2.3 - Ato e autorização 122

CONCLUSÃO 125

BIBLIOGRAFIA 131



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