GRUPO - A AFIRMAÇÃO DE UM SIMULACRO

GRUPO - A AFIRMAÇÃO DE UM SIMULACRO

Código: 9788520504611

Marca: Sulina


Autor: REGINA BENEVIDES DE BARROS
Editora: SULINA
Ano: 2013 - 3ª Edição
Número de páginas: 350
Categoria principal: Psicologia Social e de Grupos

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O trabalho acompanha, num primeiro momento, os movimentos de construção do objeto-grupo destacando alguns dos diagramas que foram se montando, especialmente da década de 40 do século XX até os dias atuais. As cartografias percorridas apontaram para a emergência do grupo como objeto intermediário entre o indivíduo e a sociedade. O grupo inclui-se no modo de subjetivação ao qual demos o nome de modo-indivíduo. A totalização, a unidade, a generalização, a intimização e a identidade são características dominantes deste modo que, no caso do grupo acabou por transformá-lo em mais um dentre outros indivíduos. Num segundo momento, o trabalho aponta para outras linhas e outros modos de subjetivação possíveis de se configurar. A subjetividade, não mais tomada como equivalente à noção de indivíduo, promove a abertura para o campo das multiplicidades informes, onde se processam agenciamentos. Escapando das dualidades impostas pelo modo-indivíduo, encontramos a possibilidade de criar um grupo-dispositivo que favoreça a emergência de modos singulares de existência. O grupo no seio da multiplicidade, passa a operar como um entre: abrem-se possibilidades de agenciamento nos quais diferenças serão produzidas. Aqui ele se faz grupo-molecular, a desenhar linhas heterogenéticas, porque construídas pelas diferenças que se engendram incessantemente. Trata-se de uma prática grupal que segue a via da criação-experimentação-diferenciação, na qual se destaca a dimensão processual, operando desconstruções que visam efeitos desindividualizantes. Um paradigma ético-estético-político insinua-se nos momentos da constituição do objeto-grupo, delineando nova paisagem.

Sumário

Apresentação ............................................................................ 11

Prefácio.................................................................................. .... 21

Várias entradas.......................................................................... 27

Entrada l: Por que grupos? A proveniência do
objeto grupo ........................................................................... 37

Século XVIII: o indivíduo como modo de subjetivação ........ 43

A passagem feudalismo-capitalismo ............................. 43

Os discursos... com a palavra, os filôsofos e literatos ... 45

As práticas: produções cotidianas de modos de
subjetivação....................................................................... ... 48

A escola.......................................................................... 48

O campo e a cidade ....................................................... 49

A saúde............................................................................ 51

Século XIX: as massas se movimentam ............................... 53

Esboço genealôgico sobre os movimentos de massa.... 53

Da produção à produção de consumo ........................... 57

A instituição do silêncio.................................................. 57

As massas em seus movimentos ......................................... 64

A opinião pública ............................................................ 64

O que são as massas? .................................................. 71

Século XX: o grupo como intermediário entre o indivíduo e a sociedade ...................................................... 77

Linhas e composições da instituição grupo: a montagem das cartografias grupais ................................. 93

Linha M.......................................................................... ..93

Linha K..............................................................................96

Linha TA........................................................................... 97

Linha E............................................................................. 99

Linha T ............................................................................101

Linha B ........................................................................... 102

Linha P ............................................................................104

Linha A............................................................................ 106

Linha G ........................................................................... 109

E, afinal... para que grupos? ................................................... 114

Entrada 2: a instituição-grupo: diagramas de constituição .... ..121

Diagrama do todo do grupo/a conscientização como estratégia ..... 129

Diagrama do inconsciente grupal: o grupo como objeto-aspirante à psicanálise ............................................ 138

A linha do imaginário grupal da interfantasmatização......... 151

Diagrama da epistomologia convergente .......................... 160

Cruzamento dos diagramas ............................................... 177

Entrada 3: dicotomias ou a lôgica do terceiro excluído/o
plano de consistência ou a lôgica do terceiro incluído ........... 179

Enigma l ............................................................................. 181

Enigma 2 ............................................................................ 183

Plano de organização x plano de consistência................... 197

Pesquisa-ação/pesquisa-intervenção ................................ 228

Da noção de sujeito/objeto a de processos de subjetivação/objetivação................................................ . 232

Entrada 4: rachando o grupo................................................... 237

O analisador 68: marcas de um coletivo-em-nós ............... 241

As redes das práticas grupais e o movimento do institucionalismo francês .................................................... 243

Diagrama da psicossociologia francesa............................. 244


Diagrama do institucionalismo ............................................248

Linha da psicoterapia institucional - primeira fase/
Primeira linha.....................................................................248

Linha da psicoterapia institucional - segunda fase/
Segunha linha ...................................................................252

Linha da pedagogia institucional......................................260

Linha socioanálise ...........................................................263

A demanda por grupos e sua desvalorização.........................270

Grupo: intermediário de quê? .................................................274

O contexto político se imanentiza em texto ............................279

Grupo-entre:rizomar... ............................................................289

Grupo: a arte de percorrer as superfícies ..............................293

Grupo: experimentação...........................................................297

Grupo: plano de transferência ................................................301

Grupo: do organismo ao corpo sem órgãos ...........................305

Afinal, há o tão procurado plus grupal? ...............................307

Ainda cabe falar de trabalho grupal?......................................309

Entrada 5: entrada grupal: uma escolha

ético-estético-política ..............................................................313

A escolha que se faz........................................................315

Processos de subjetivação e grupo ................................316

O paradigma ético-estético-político e o grupo .................321

Notas ......................................................................................325

Bibliografia consultada ............................................................335

Coleção Cartografias .............................................................347



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