JUVENTUDE E RISCO - ABRINDO A SEDE AO MEIO NO DESERTO DAS PRÁTICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

JUVENTUDE E RISCO - ABRINDO A SEDE AO MEIO NO DESERTO DAS PRÁTICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Código: 9788546209552 (CO)

Categoria: Adolescência


Autor: Rayanne Suim Francisco / Gilead Marchezi Tavares

Editora: Paco

Ano: 2017

Número de páginas: 152

Categoria Principal: Adolescência



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Neste livro, buscamos produzir mapas de intensidade que acompanham movimentos de diferenciação irrompidos por acontecimentos no presente de atividades de um Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos vinculado ao SUAS. Atentas às práticas da Psicologia no serviço de proteção social básica que atende crianças e adolescentes ditos em risco e vulnerabilidade social, desenhamos a juventude como devir e multiplicidade. Uma juventude que nos coloca problemas a partir dos quais somos capazes de nos lançar ao exercício ético do pensamento. Ao analisarmos o risco como virtualidade, imprevisibilidade que produz modos de vida inusitados e a¬rma a vida como obra de arte, afetiva e inventiva, deslocamos a Psicologia de um lugar que conscientiza o outro, que sabe sobre o outro, para uma prática ético-política que acolhe a alteridade dos encontros. As temáticas da con¬fiança e da amizade comparecem no livro como invenções de múltiplos mundos habitados no trabalho com  os jovens, quando psicólogas e jovens vem a ser juntos, um  com o outro. 

Aviso aos leitores; 9

Prólogo; 13

1
Habitar desertos, fabricar oásis; 17

2
“Abrir a sede ao meio”: Inventando percursos rizomáticos; 33
1. O território do cartógrafo: a construção de uma ciência que tropeça; 38
2. A pesquisa-intervenção e a construção do campo investigativo: pesquisar é constituir-se no processo; 41
3. Diários de bordo em viagens-metamorfose: a criança cartógrafa; 45
4. Escrita-outra, escrita intempestiva: endereçando cartas; 49

3. 
Pobreza, vulnerabilidade e risco social: questionamentos em terrenos áridos; 57
Caríssimo Zezinho; 57
1. O arriscar em detrimento do risco: o que tememos? 66

4. 
O devir-criança e as suas “brincanças”: aprendendo a inventar máquinas mutantes e a traçar linhas de fuga; 93
1. Almas de pipa avoada: devir-criança em céus de histórias; 98
2. Ainda é tempo de bolinhas de gude: entre complicadores e mal-entendidos promissores, o que pode a psicologia? 109

5. 
Práticas-de-risco: (Re)construir dispositivos para uma psicologia do acontecimento; 121
1. O dispositivo-jornal e os acontecimentos-oásis: os jovens e as virtualizações; 124
2. Só dorme se confia! Tecendo políticas de amizade no cotidiano da pesquisa; 131

Considerações finais; 139

Referências; 147



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