O SIGNIFICANTE , O CONJUNTO E O NÚMERO: A TOPOLOGIA NA PSICANÁLISE DE J. LACAN

O SIGNIFICANTE , O CONJUNTO E O NÚMERO: A TOPOLOGIA NA PSICANÁLISE DE J. LACAN

Código: 9788539104345

Categoria: Lacan

Marca: Annablume


Autor: Paulo Marcos Rona

Editora: Annablume

Coleção: Ato Psicanalítico

Ano: 2012

Número de páginas: 366

Categoria Principal: Lacan



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Paulo Rona mostra que o significante, tal como o emprega Lacan, a partir de Saussure, apresenta uma estrutura que poderia ser adequadamente modelada pela teoria dos conjuntos. Utiliza o recurso à axiomática mais comum dessa teoria, aventurando-se em algumas conjecturas, sugerindo que alguns conceitos psicanalíticos, e também que algumas práticas, poderiam ser revisitados a partir dessa perspectiva teórica. Aponta que essa teoria, em sua construção, enfrentou alguns problemas, paradoxos que a comprometiam, e que algumas opções teóricas foram feitas por seus fundadores a fim de evitá-los. ¿Suturas¿, de acordo com Miller, que, necessárias à consistência teórica, excluiriam aspectos que poderiam ser considerados essenciais para a psicanálise. O autor chega, por fim, a um teorema recente da matemática, que postula a existência de conjuntos ditos genéricos, conjuntos indiscerníveis, que não fazendo parte da constituição do saber, tal como esse se forma habitualmente, pelo discernimento e classificação, não deixa de remeter, em sua construção sempre incompleta, ao inconsciente freudiano, ou ainda, no percurso que ela toma, à da formação do sintoma, ou à fala na livre associação.

PREFÁCIO DE Edelcio Gonçalves de Souza 11

INTRODUÇÃO 15

CAPÍTULO 1 - OBJEÇÕES E SUGESTÕES QUANTO AO USO DA MATEMÁTICA EM PSICANÁLISE 29
1.1. Topologia, entre lacanianos 30
1.2. Genealogias 48
1.3. Vontade de ciência 52
1.4. A oposição à formalização 59
1.5. Respostas preliminares às objeções 61
1.5.1. O argumento da qualidade 64
1.5.2. O argumento do sentido 67
1.5.3. O conceito de modelo 70
1.5.4. O singular 74
1.6. Badiou, um exemplo da matemática como método 81

CAPÍTULO 2 - Do SIGNIFICANTE EM SUAS RELAÇÕES COM A TEORIA DOS CONJUNTOS 95
2.1. Um conjunto chamado significante 96
2.2. Urna axiomática para o significante? 111
2.3. Interlúdio: o número significante 140
2.4. Do significante à topologia 156
2.5.Um último axioma para o significante: a escolha 173
2.6. O programa de uma sequência possível 178

CAPÍTULO 3 - UMA LÓGICA PARA O SIGNIFICANTE.? 187
3.1. O significante e seu valor 189
3.2. O significante e uma lógica, operações linguísticas 195
3.2.1. A significação, um valor relativo 200
3.2.2. Metonímia e metáfora 202
3.2.3. Deslocamento e condensação: sonhos 210
3.2.4. A negação e a implicação 220
3.3. Operações significantes não elementares 226
3.3.1. O quantificador existencial 232
3.3.2. O quantificador universal, não todo 235
3.4. De um programa para a continuação da pesquisa 238

CAPÍTULO 4 - SUPERFÍCIES E SIGNIFICANTES 243
4.1. Uma topologia em Freud: o projeto para uma psicologia científica . 245
4.1.1. O espaço: quantidade e qualidade 247
4.1.2. O projeto e seus conjuntos 255
4.2. O lugar da fala: superfície 258
4.3. Identificações e relações de equivalência: o toro 264
4.4. Crítica das abordagens atuais em topologia lacaniana 274
4.5. Sobre o emprego de modelos 284
4.6. O problema da metalinguagem 288
4.7. Figuras do irracional: epistemologia e matemática 297
4.8. Estudo de caso (1): a construção do plano projetivo 301
4.9. Estudo de caso (2): o uso da topologia na direção do tratamento 320

CONCLUSÕES 331

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 353



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