PSICOTERAPIAS DE CRIANÇA, CRIANÇAS EM PSICANÁLISE

PSICOTERAPIAS DE CRIANÇA, CRIANÇAS EM PSICANÁLISE

Código: 9788588640207

Marca: CMC


Autor: JEAN BERGÈS / GABRIEL BALBO

Tradução: MARIA NESTROVSKY FOLBERG

Editora: CMC

Ano: 2010

Número de páginas: 160

Categoria Principal: Clínica da Infância e da Adolescência



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Para os autores, uma psicoterapia nunca é uma psicanálise. No entanto, eles constatam que, por vezes, os clínicos se encontram obrigados a ter que empregar modalidades psicoterapêuticas para chegar a conduzir tratamentos analíticos com algumas crianças. Eles se perguntam por que e buscam destacar neste livro o que caracteriza e distingue as psicoterapias de criança da psicanálise da criança; quais são suas especificidades; o que impede de confundi-las; o que as aproxima ou nem sempre as torna antinômicas.

Introdução ............................................................................................5

Demanda e livre associação ................................................................7

Livre associação e pontuação ............................................................19

Desejo. Ernest Jones, Conrad Stein e Claude Conte.

Extrair a fala da linguagem.

Punção, pontuação, construção ..........................................................27

Livre associação. Punção. Construção e transitivismo.

Persuasão e sugestão .........................................................................39

Pitiatismo. Imitação. Golpe de força transitivista.

Interpretação. Transferência e sugestão. Identificação.


Sugestão, transferência e denegação ................................................47

Sintoma e gozo. Análise e família. Transferência.

Disparidade. Sugestão e olhar. Imaginário em psicoterapia

e em psicanálise. Verneinung.

Transitivismo, corpo e Outro ..............................................................59

Dizer não. Corpo da criança, corpo da mãe. Autoerotismo.

O objeto da pulsão freudiana. Hipótese transitivista e

Verneinung. Outro. Corpo ferido.

O Outro nos tratamentos ...................................................................65

Narcisismo. Função paterna e transitivismo. Psicoterapia e Outro. Lugar do analista e Verneinung. Saber e sujeito, e psicoterapia.
Temporalidade ...................................................................................71

Sessões preliminares. Catarse. Prontuário. Nosografia.

O enquadre. O enquadre e o corpo. Vitimologia.

A questão do enquadre no tratamento ..............................................79

O que é o enquadre? Os rastros. Enquadre e letras.

Objetivos do tratamento. Pagamento.

A livre associação e seus obstáculos ................................................87

Espelho. Saber e verdade. Oposição das psicoterapias à livre associação.

Perlaboração e transferência ............................................................97

Livre associação. Verneinung e Aufhebung. Resistências.

Pulsão. Repetição. Lembrança encobridora. Perlaboração

e transitivismo.

Sintaxe, letra e recalcamento .........................................................107

Etimologia. Recalcamento e falhas da língua. Desejo motor do recalcamento. Einfall e pensamento intrusivo. A posteriori. Letra, continuidade e descontinuidade.

Pontuação, corte, associação liberada.

Há sonhos que são fragmentos do real ..........................................117

Livre associação e transitivismo. Corpo e figurabilidade.

Alucinação. Afânise. Sonho reportagem. Real do sonho.

A questão do olhar e o lugar do analista ........................................129

Isto me olha. Olhar como objeto a. Olhar e falo imaginário.

Olhar e verdade. Olhar e forçagem. Olhar e desenho

da criança.

Orientações ......................................................................................141

Parental. Em psicoterapia (intervenções sociais). Em

psicanálise. Entrevistas com os pais. Alivio da inquietação

parental. Institucional. Importância da identificação com o

terapeuta. Mapa de viagem. Engodo. A psicoterapia

psicanalítica é uma orientação?

A parada e o fim do tratamento .......................................................153

Referências .....................................................................................156



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