TEORIAS DA PERSONALIDADE - DA TEORIA CLÁSSICA À PESQUISA MODERNA

TEORIAS DA PERSONALIDADE - DA TEORIA CLÁSSICA À PESQUISA MODERNA

Código: 9788587918505


Autor: Howard S. Friedman / Miriam W. Schustack

Editora: Pearson / Prentice Hall

Ano: 2004 - 2º Edição

Nº páginas: 552

Categoria Principal: Teoria Psicanalítica



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Embora existam diversos livros que tratam das teorias da personalidade, esta obra pode ser considerada nova, tendo em vista a busca pela integração do que há de melhor nas pesquisas e descobertas empíricas, antigas e novas. Como opção distinta dentre os textos que falam sobre personalidade, este livro traz algumas características que o notabilizam: Estimula o julgamento sobre a natureza humana; Busca coerência e equilíbrio, próprios da visão que defende que a personalidade tem oito perspectivas básicas; Integra teorias e pesquisas básicas; Dá continuidade e integra, ainda mais fundamentalmente, os problemas enfrentados pelas mulheres e por diferentes grupos culturais, tópicos em geral negligenciados; Apresenta uma abordagem geral, associativa e de opinião, para uma reflexão sobre a personalidade, avaliada e integrada às outras abordagens; Estabelece uma conclusão, nos vários capítulos, a respeito das formas práticas de abordar as diferenças individuais; Restitui a personalidade ao campo da personalidade.

Prefácio XVII
Parte I Introdução

Capítulo 1
O que é personalidade? 1
Personalidade e ciência 3
De onde provêm as teorias sobre a personalidade? 4
Apresentação preliminar das perspectivas 7
Visão geral das oito perspectivas 7
Os aspectos da personalidade poderiam de fato ser separados? 9
Uma breve história da psicologia da personalidade 9
O teatro e a auto-representação 11
Religião 12
Biologia evolucionista 13
Avaliação 14
Teoria moderna 16
Algumas questões básicas: inconsciente, self, singularidade, gênero,
circunstâncias, cultura 18
Qual é a importância do inconsciente? 18
O que é o self? 19
Cada indivíduo exige uma abordagem exclusiva? 19
Existem diferenças entre homens e mulheres? 19
Pessoa versus circunstância 20
Até que ponto a personalidade é determinada culturalmente? 20
O conceito de personalidade é útil? 20
A personalidade de acordo com o contexto 21

Resumo e conclusão 23

Capítulo 2 Como a personalidade
é estudada e avaliada? 26
Medindo a personalidade 28
Confiabilidade 30
Validade do constructo 31
Tendenciosidade 33
Conjunto de respostas 34
Tendenciosidade étnica 34
Tendenciosidade de gênero 36
Variedade de medidas da personalidade 37
Testes de auto-relato (self-report) 37
Testes Q-sort (Classificação Q) 39
Classificações e apreciações alheias 40
Medidas biológicas 41
Observações comportamentais 44
Entrevistas 46
Comportamento expressivo 48
Análise de documentos e histórias de vida 49
Testes projetivos 51
Demográficos e estilo de vida 53
Há algum método de avaliação melhor? 56
Como não testar a personalidade 56
O plano de pesquisa 58
Estudos de caso 58
Estudos correlacionais 59
Estudos experimentais 59
A ética da avaliação da personalidade 61

Resumo e conclusão 62

Capitulo 3 A perspectiva psicanalítica
da personalidade 65
Conceitos psicanalíticos básicos 67
Inconsciente e técnicas terapêuticas 68
A estrutura da mente 70
Desenvolvimento psicossexual 72
Fase oral 73
Fase anal 73
Fase fálica 75
Período de latência 77
Fase genital 78
Masculino versus feminino 79
Mecanismos de defesa 80
Repressão 80
Formação reativa 84
Negação 86
Projeção 86
Deslocamento 88
Sublimação 88
Regressão 89
Racionalização 89
Estudos interculturais 90
Principais contribuições e limitações da psicanálise freudiana 92
Novos avanços da psicologia experimental 95
Emoção e motivação inconscientes 96
Hipermnésia 97
Amnésia infantil 100
Percepção subliminar 102



Memória 104
Amnésia 106

Resumo e conclusão 110

Capitulo 4 As perspectivas neoanalíticas da
personalidade: identidade 114
Carl G. Jung e a individualidade 116
Fundamentos da abordagem junguiana 116
A psicologia analítica de Jung 118
Alfred Adler, o complexo de inferioridade e a
importância da sociedade 122
Diferenças entre Adler e a teoria freudiana 123
A psicologia individual de Adler 123
Karen Horney, cultura e feminismo 129
Rejeição da inveja do pênis 130
Ansiedade básica 130
O sei! 131
Estratégias neuróticas de enfrentamento 131
O impacto de Horney sobre o pensamento psicanalítico 133
Transposição de Freud para conceitos mais modernos 133
Anna Freud 133
Heinz Hartmann 134
Teorias das relações objetais: uma ligação conceitual entre a
identidade própria e a identidade social 134
Margaret Mahler e a simbiose 135
Melanie Klein e a perspectiva relacional 135
Heinz Kohut 137
As contribuições das abordagens das relações objetais 138
Erik Erikson, identidade ao longo da vida e crise de identidade 139
Trajetória de vida de Erikson 139
Formação da identidade e crises do ego 140
Algumas abordagens modernas da identidade 145
Identidade pessoal e social 145
Automonitoração 147
O papel das metas e dos objetivos de vida 148
Personalidades possíveis e a busca por uma vida significativa 149

Resumo e conclusão 151

Capitulo 5 Perspectivas biológicas da personalidade 154
Efeitos genéticos diretos 155
Seleção natural e funcionalismo 155
Síndrome de Angelman: genes e personalidade 156
Genômica comportamental 156
Efeitos genéticos por meio do temperamento 157
Atividade, emotividade. sociabilidade, impulsividade 157
Modelo de Eysenck de temperamento do sistema nervoso 158
Aproximação, inibição e regulação 160
Busca de sensações e propensão para a adicção 161
Gêmeos: uma possível fonte de dados 165
Sir Francis Galton 166
Estudo de Minnesota sobre gêmeos 167
Criação e variância ambiental não-compartilhada 168
O caso da esquizofrenia 170
Inferências a partir de gêmeos esquizofrênicos 171
Identidade sexual e homossexualidade 172
O exótico torna-se erótico 173
Seleção parental (kin ion) 174
Hormônios sexuais e experiência 174
Efeitos mediadores da biologia 175
Efeitos gerados por toxinas ambientais 175
Efeitos gerados por doenças físicas 176
Efeitos provenientes de drogas legais e ilegais 178
Efeitos provenientes da criação de ambientes 180
Tropismos 180
A aparência revela a personalidade: somatótipos 181
Efeitos das reações alheias 183
Estereótipo da atratividade física 184
Sociobiologia e personalidade evolucionista 184
Sociobiologia 184
Efeito Cinderela 185
Evolução e cultura 186
Personalidade e políticas públicas 187
Darwinismo social e eugenia 187
Cultura, nazistas e raças superiores 188
O genoma humano: eugenia racista do futuro? 189

Resumo e conclusão 191

Capítulo 6 Perspectivas behavioristas e da
aprendizagem da personalidade 195
O condicionamento clássico da personalidade 196
Condicionando uma reação a um estímulo 197
Padrões comporta mentais resultantes de condicionamento 197
Processos de extinção 198
Condicionamento de um comportamento neurótico 198
Complexidades na aplicação dos princípios do condicionamento 199
As origens das abordagens behavioristas:
o behaviorismo de Watson 199
Repúdio à introspecção 199
Aplicando os princípios do condicionamento no pequeno Albert:
medo condicionado e dessensibilização sistemática 201
O behaviorismo radical de B. F. Skinner 203
Condicionamento operante 204
Teoria operante como descrição alternativa da personalidade 204
Controlando o reforço 205
Utopia behaviorista de Skinner: Walden two 206
Aplicando o behaviorismo: mudança de personalidade
e diferenças individuais 208
Processos internos e teoria behaviorista 211
Princípio externo da causalidade versus livre-arbítrio ou livre escolha 212
Outras abordagens da aprendizagem sobre a personalidade 212
O papel dos impulsos internos: Clark Hull 212
Teoria da aprendizagem social: Dollard e Miller 213
Hierarquia de hábitos 213
Conflito entre impulsos 216
Modelos de educação de filhos e personalidade: Robert Sears 217
Principais termos e conceitos behavioristas 218
Avaliação 218

Resumo e conclusão 224


Capítulo 7 Perspectivas cognitivas e
sociocognitivas da personalidade 226
Origens das abordagens cognitivas 228
Origens da psicologia da Gestalt 228
Teoria de campo de Kurt Lewin 229
Dependência de campo como variável da personalidade 229
Mecanismos cognitivo e perceptivo 232
Teoria do esquema 232
Categorização 233
Controle da atenção 235
Diferenças individuais na atenção: TDAH 235
Seres humanos como cientistas: teoria do
constructo pessoal de George Kelly 238
Indivíduos como teóricos amadores da personalidade 238
O teste role construct repertory 239
Inteligência social 239
Estilo explicativo como variável da personalidade 241
Otimismo e pessimismo 241
Modelo atributivo de desamparo aprendido 244

Abordagem de Julian Rotter sobre centro de controle 245
Expectativas generalizadas versus específicas 245
O papel do reforçamento 246
A situação psicológica 246
Centro de controle 246
Teoria da aprendizagem sociocognitiva de Albert Bandura 247
O auto-sistema 247
Aprendizagem observacional 248
Auto-eficácia 252
Processos de auto-regulação 254

Seres humanos como computadores 260
Resumo e conclusão


Capítulo 8 Perspectivas do traço e da
habilidade sobre a personalidade 263
A história das abordagens de traço 265
Concepções antigas 265
A extroversão e a introversão propostas por Jung 266
O uso de estatísticas: R. B. Cattell 267
Os dados Q, dados T, dados L e 16PF 268
A psicologia de traço de Gordon Allport 269
Variabilidade e consistência 269
A importância da cultura 271
Equivalência funcional 272
Traços comuns 272
Disposições pessoais 273
Uma abordagem contemporânea sobre traço: os Cinco Grandes 274
Como o modelo dos Cinco Grandes foi desenvolvido? 275
Planos de carreira 278
Mais de cinco? Menos de cinco? 278
As três grandes dimensões e alternativas afins propostas por Eysenck 280
Evidência para a abordagem de Eysenck 282
Julgamentos sobre personalidade 283
Consenso nos julgamentos sobre personalidade 283
Familiaridade zero 285
Limitações da noção traço 286
Tipos 288
Motivos 288
Necessidade de realização: n real 289
Necessidade de afiliação: n afil 290
Necessidade de poder: n poder 290
Avaliando a motivação 291
Necessidade de exibição 291
Forma de expressão 291
Expressividade emocional 292
Dominância, liderança, influência 293
Expressividade e saúde 294
Habilidades 296
Inteligência 296
Inteligência socioemocional 296

Resumo e conclusão 299

Capítulo 9 Perspectiva humanista e existencial
sobre a personalidade 301
Existencialismo 303
Alternativas ao positivismo 303
A visão fenomenológica 304
Humanismo 305
Atribuindo um papel ao espírito humano 305
As relações com outras pessoas definem nossa condição humana 305
O movimento de exploração do potencial humano 305
O amor como principal meta da vida: Erich Fromm 307
O amor como uma arte 307
Humanismo dialético: transcendendo conflitos 308
Há evidências a apoiar a abordagem de Fromm? A idade da ansiedade? 309
Responsabilidade: Carl Rogers 310
Biografia de Rogers 310
Crescimento, controle interior e a pessoa em experienciação 310
Terapia rogeriana 311
Assumindo o próprio sei! 311
Implicações do humanismo para a paz mundial 312
Ansiedade e pavor 313
Ansiedade, ameaça e impotência: Rollo May 313
Opção pessoal: Victor Frankl 315
Por acaso existe livre-arbítrio? 316
Auto-realização 317
Primeiras idéias sobre a auto-realização no trabalho de Jung 317
Experiências culminantes: Abraham Maslow 317
O estímulo interno para a auto-realização 320
Hierarquia das necessidades proposta por Maslow 320
Avaliando a auto-realização 323
Felicidade e psicologia positiva 324
Psicologia positiva 326
O paradoxo americano 328
Avaliação adicional das abordagens existencial-humanistas 329

Resumo e conclusão 332

Capitulo 10 Perspectiva interacionista
pessoa-situação sobre a personalidade 336
Harry Stack Sullivan: psiquiatria interpessoal 337
Psiquiatria interpessoal contrastada com a teoria psicanalítica 338
A personalidade como padrão de interações interpessoais 339
Motivação e metas: Henry Murray 341
O sistema personológico 341
Tema 342
A abordagem da narrativa: influência de Murray 343
Outras influências sobre a abordagem de Murray 344
Princípio das abordagens interacionistas modernas 345
Apreciação crítica de Mischel 345
Teoria de Mischel 346
Teoria da personalidade implícita 348
Atribuições 349
Validade 349
O poder das situações 350
Relevância do traço 350
Consistência entre as situações 351
A personalidade situacional 351
Consistência média entre as situações 352
Situações pessoais versus sociais 353
Buscando e criando situações 354
Tempo: a importância do estudo longitudinal 354
A abordagem do decurso da vida 358
Prontidão 360
Interações, emoções e desenvolvimento 362
Modelo circumplexo 362
Desenvolvimento do ego 363

Resumo e conclusão 368

Parte III Aplicações a diferenças individuais

Capitulo 11 Diferenças entre homens e mulheres 371
Os homens e as mulheres são de fato diferentes? 372
Uma breve história da diferença de gênero na personalidade 376
Evidência proveniente das civilizações antigas 376
Visões do século XIX 376
Influências biológicas nas diferenças de gênero 377
Hormônios sexuais no desenvolvimento pré-natal normal
Os efeitos dos hormônios sexuais no período pré-natal
sobre o comportamento de gênero 379
A influência dos hormônios durante e após a puberdade 381
Diferenças sexuais no cérebro humano 383
Diferenças de gênero na personalidade com base nas
oito perspectivas 383
Abordagem psicanalítica 383
Abordagens neoanalíticas 384
Abordagens biológica e evolucionista 386
Abordagem behaviorista: aprendizagem social 389
Abordagem cognitiva: teoria do esquema de gênero 390
Masculinidade e feminilidade segundo as abordagens de traço 391
Abordagens humanísticas 396
Abordagens interacionistas: características sociais e interpessoais 396

Estudos interculturais das diferenças de gênero 401
Amor e comportamento sexual 401
Resumo e conclusão 404

Capitulo 12 Estresse, adaptação e
diferenças de saúde 406
Personalidades propensas a doenças 408
Comportamentos saudáveis 408
O papel de doente 411
Mudanças de personalidade causadas por doenças 412
Transtornos de personalidade 413
Estresse-diátese 415
Personalidade e predisposição para doenças coronarianas 418
O padrão de comportamento tipo A 418
Conflito colérico 419
Desistência 420
Outras doenças 421
Os térmites humanos 421
Conscienciosidade 423
Sociabilidade 424
Disposição (alegria, animação) 424
Térmites estressados 425
Saúde mental 427
Culpando a vítima 427
A personalidade self-healing 428
Controle, comprometimento e desafio 429
Confiança e devoção 430
Placebos úteis 431
A influência dos aspectos humanísticos e existenciais
no conhecimento sobre a autocura (self-healing) 432
Orientação para o crescimento 432
Identidade e propósito 433
Senso de coerência 435

Resumo e conclusão 437

Capitulo 13 Diferenças culturais e étnicas 439
Influência de grupo 440
Efeitos culturais 441
História da pesquisa sobre personalidade e cultura 441
Contribuições da antropologia cultural 442
Experimentos de Lewin sobre cultura política 444
Abordagens êmicas versus éticas 444
Coletivistas versus individualistas 445

Erros nas inferências científicas: o caso da raça 446
A raça como forma de agrupamento de pessoas 447
O dilema americano 448
Influências socioeconômicas sobre a personalidade 450
Karl Marx e a alienação 451
Linguagem como influência cultural 452
Língua e identidade: idioletos e dialetos 452
Criando uma cultura por meio de uma língua comum:
a comunidade de surdos 453
A língua como política: o movimento Somente Inglês 454
Língua e pensamento 454
Língua e interação social 455
Gênero e língua 457
Cultura e testes 458
Testes que não consideram a cultura 459
Testes imparciais em relação à cultura 459
Risco de estereótipo 461

Um modelo mais geral de personalidade e cultura 462
Incorporando a cultura na teoria da personalidade 463
Cultura e humanidade 463
Cultura e teoria 467
Alguns avanços atuais na área de pesquisa 468
A situação pode desencadear diferenças culturais 469
Socialização étnica 469

Resumo e conclusão 471

Capitulo 14 Amor e ódio 474
A personalidade do ódio 476
Explicações biológicas sobre o ódio 478
Abordagens psicanalíticas sobre o ódio 480
Pontos de vista neo-analíticos sobre o ódio 481
Ódio e autoritarismo: Erich Fromm 484
A perspetiva humanística sobre o ódio 485
O ódio considerado como traço 486
Abordagens cognitivas sobre o ódio 487
Teoria da aprendizagem: o ódio como comportamento aprendido 487
Diferenças culturais no ódio 490
Avaliação: o ódio 491
A personalidade do amor 492
Explicações evolucionistas-etológicas sobre o amor 492
Explicações psicanalíticas sobre o amor 494
Explicações neo-analíticas sobre o amor 495
Abordagens cognitivas sobre o amor 496
Perspectivas humanística/existencial sobre o amor 496
Diferenças culturais no amor 499
Solidão: o aspecto do traço e o aspecto interacionista 500

O amor errado: comportamento sexual violento e de risco 501
Resumo e conclusão 503

Parte IV Conclusão e visão sobre o futuro

Capitulo 15 Onde encontraremos a personalidade? 506
O admirável mundo novo da personalidade 507
Personalidades projeta das 508
Um mundo utópico versus excesso de recompensa e punição 509
Super-humanos genéticos 510
As oito perspectivas revisitadas 512
Existe perspectiva correta? 512
Há exatamente oito perspectivas? 513
As perspectivas podem ser mescladas? 513
A importância de adotar várias perspectivas 516
Resumo e conclusão 517

Glossário 519
Índice onomástico 535
Índice por assuntos 543



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